|
 |
 |
|
. |
|
CONTOS ERÓTICOS
ENVIADOS PELOS LEITORES |
|
. |
|
MANDE O SEU! |
|
. |
|
Não é permitido relatos
com conteúdo pedófilo (sexo com crianças).
Me reservo o direito de
publicar ou não o seu relato bem como retirá-lo do site
por qualquer
outro motivo sem prévio aviso.
Se for de sua vontade, sua
identidade será mantida no mais absoluto sigilo.
Os contos são a reprodução
do que foi digitado pelo(a) autor(a) do texto que recebi. |
|
. |
|
Neuzinha, nossa priminha |
|
Minhas Queridas G... |
|
Minha Namoradinha |
|
Minha Ana Maria (hétero) |
|
A inocência perdida (hétero) |
|
Minha cunhada é uma puta (hétero) |
|
A amiguinha da minha irmã (hétero) |
|
Enganado e gozado (bissexual) |
|
Orgia no alojamento da obra (orgia) |
|
Minha prima Lena (hétero) |
Muito prazer, Carla (hétero)
 |
|
Minha
nova experiência (bissexual) |
|
Eu, minha namorada e o Rex (zoofilia) |
As tetas da minha escrava (fetiche)
 |
|
Traí meu marido na segunda Lua de Mel (traição e fetiche) |
|
Meu destino é trepar com cachorro
(zoofilia) |
|
Menininha quieta
(hétero) |
|
Swing em Miami
(swing) |
|
Retorno de viagem (hétero) |
|
Traindo meu marido e engolindo porra do meu aluno
(traição e fetiche) |
|
A loira do Bailão
(hétero) |
|
A primeira vez de Glória
(hétero) |
|
Minha
sogrinha querida (hétero) |
|
|
Traí meu marido
na minha segunda Lua de Mel |
|
. |
|
Tenho 28 anos, um corpo
normal pra minha idade, à custa de muita musculação e pilates (o que
deixou minhas pernas e meu bumbum bem definidos). O que me aconteceu -
faz dois anos – foi que eu e meu marido combinamos uma segunda lua de
mel (nosso casamento não vinha lá essas grandes coisas acho que pela
rotina e pelo trabalho excessivo). Combinamos que passaríamos um mês
numa praia do nordeste, Natal foi nosso destino, quando chegamos eu me
encantei com a pousada, não era grande, mas muito aconchegante. Nosso
quarto era um chalé mais afastado - eram vários chalés espalhados
distante um do outro pela orla, eram chalés duplos -, mas pra minha
felicidade o do nosso lado estava vazio.
A primeira noite foi
maravilhosa, eu e meu marido numa banheira de ofurô que tinha na
varandinha dos fundos que dava pra praia escura, no caso era para dois
chalés, mas como nos estávamos a sós ali fizemos o que tínhamos costume
de fazer sempre, também pelo cansaço da viagem, no caso dele, não deu
pra irmos mais além, mas a minha vontade era de ter ido. No outro dia
quando acordo vejo aquela bagunça de garrafas, copos espalhados pelo
chalé e em volta da banheira. Enrolei-me numa toalha, que por sinal era
curta deixando quase a metade de minha bunda a mostra, mas como não
tinha ninguém ali além de nós fiquei tranqüila.
Enquanto estava em volta
da banheira senti uma coisa estranha, como se tivesse alguém me
observando, quando eu me virei tomei um susto que quase cai sentada.
Tinha um homem grande e forte por volta dos seus 40 e poucos anos me
olhando encostado na parede de quina do chalé. Ele tinha um sorriso
safado, mas era lindo tanto de rosto quanto de físico, eu fiquei gelada,
sem saber o que fazer, mais que depressa me ajeitei e fui entrando.
Quando passei perto dele, ele me cumprimentou dando um bom dia, sempre
com aquele sorriso perturbador no rosto. Fiquei desorientada, sem saber
o que fazer, resolveu não falar nada pro meu marido, pra evitar certos
aborrecimentos. Quando ele acordou resolvemos ir tomar nosso café da
manha no restaurante da pousada, quando fui chegando fiquei gelada de
novo, pois vi o mesmo homem lá sentado em uma das mesas, só que agora
com uma mulher. Eu via que ele me acompanhava com o olhar, ele me
deixava inquieta. Depois do café falei com meu marido que ia dar uma
volta pra conhecer as lojas dali. Quando voltei eu quase tive outro
ataque: meu marido e esse homem conversando com se fossem velhos amigos.
Quando cheguei perto, ele me apresentou a esse homem como sendo o nosso
vizinho de chalé que tinha chegado naquela manha. Eu não sabia mais o
que fazer, não conseguia disfarçar que ele tinha me deixado inquieta, e
ele já tinha percebido isso.
Depois de um tempo meu
marido me falou que ia dar uma volta com esse tal amigo também, que ele
tinha que comprar um biquíni pra esposa. Quando meu marido voltou me deu
um biquíni de presente. Eu estranhei porque eu tinha vários na mala e,
também, por ser bem pequeno, mas meu marido me disse que queria me ver
usando ele. Quando eu coloquei, vi que era menor ainda do que parecia,
mas tudo bem, ali não tinha muitas pessoas mesmo, só nós e o nosso
vizinho com a esposa. Ficamos o dia todo na praia, o meu vizinho (eu
tenho que reconhecer) era um espetáculo de homem, alto, forte, com os
músculos firmes e definidos, nem parecia a idade que tinha. As pernas...
nossa... e o volume dentro da sunga de praia, era desconfortável pra
outro homem, imagino. Ele, sempre quando tínhamos uma folga, me olhava
ou então dava um jeito de me encostar, aquilo tava me deixando louca.
Durante a tarde ele passou
protetor na esposa dele que estava deitada do meu lado na areia e se
ofereceu pra passar em mim também. Antes que desse tempo de responder
alguma coisa, ele já estava passando, eu fui à loucura, mas tive que
disfarçar aquela mão grande me alisando. Nessa hora meu marido tinha ido
até a água e a esposa dele estava deitada com o rosto pro lado contrario
ao meu, aí quando alisou minha bunda, ele apertou-a e seu dedo
escorregou pra perto da minha portinha de trás. Achei que fosse desmaiar
ali, ele ficou um segundo que pareceu uma hora, alisando minha portinha,
sem eu poder fazer nada, e nem queria, aquilo tava me deixando tonta de
tanto tesão e ele só parou porque viu meu marido vindo da água. Nisso
meu marido me pediu pra pegar umas cervejas pra gente, ele se
prontificou em ajudar, alegando que ia ao banheiro também. Não tive como
evitar, quando chegamos no chalé, que ficava uns 100 m da praia, ele me
puxou junto a ele e me deu um beijo, um beijo delicioso que tentei
resistir, mas foi inútil, ele era muito mais forte que eu, e eu cedi
àquele beijo.
A mão dele percorrendo
todo meu corpo, quando dei por mim ele tava sugando meus seios, aquilo
tava delicioso, eu ali presa nos braços de um estranho quase Gozando.
Ele desatou o nó lateral do meu biquíni, me deixando quase nua, abaixou
numa fração de segundos e colou sua boca na minha xana, parecia que ia
sugar minha alma, nunca tinha sentido um tesão tão grande na minha vida,
ele me fez gozar em fração de segundos ali, com uma perna apoiada no
ombro dele. Foi quando ele levantou e eu vi aquele membro enorme pra
fora da sunga, mas muito grande e muito grosso em relação ao do meu
marido, que até então era o único que tinha visto, tocado e sentido. Ele
segurou aquele monumento com a mão e passou na minha xaninha, que foi
deixando um rastro do meu mel na cabeça daquele pau enorme. Eu queria
aquilo tudo dentro de mim, já tinha perdido o sentido do certo e do
errado. Foi quando ele se afastou e falou: - Você vai ser minha! Virou e
entrou no banheiro, eu não acreditei, aquele f.d.p (foi isso que o
xinguei, rs) não podia fazer aquilo comigo, eu não acreditei, mas ele
fez.
Passei o restante do dia
sem saber direito o que tinha me acontecido e, à noite, os homens
combinaram de irmos os quatro pra banheira de ofurô. Lá pelas tantas,
depois de muita cerveja e vinho, eu percebi que ele quase não bebia,
deixando a esposa dele e meu marido beberem mais, não sei de onde
apareceu, mas ele pareceu com um cigarro de maconha, meu marido não
fuma, mas de vez em quando ele fumava e pelo visto, a esposa dele
também. Eu não fumo, mas eles fumaram e ficaram pra lá de Bagdá. Por
outra vez eu entrei pra pegar uns aperitivos na cozinha, e a mesma coisa
aconteceu, só que com eles ali quase do nosso lado. Ele ficou nu no
canto da cozinha e eu pude vislumbrar aquele deus grego pelado, ele
sabia como me deixar maluca. Quando eu fui pra perto ele me fez sinal
dizendo que era perigoso. Aquilo foi me dando um misto de raiva com
tesão, mais tesão no caso, eu já não agüentava mais, tinha que dar um
jeito, não pretendia trair meu marido, mas eu sabia que quando ele
“fumava”, ele apagava.
Depois de um tempo dei um
jeito de recolhermos, sabia que tinha que agir rápido, pois meu marido
dava sinal de querer dormir. Fui, tomei um banho rapidíssimo e quando
sai do banho, ele já estava meio lá meio cá, mais que rápido ataquei,
cai de boca nele, felizmente ele esboçou uma reação, fiquei de lado e
fui dando um jeito de enfiar ele em mim, não era o do vizinho, mas era o
meu, o que eu já estava acostumada. Eu estava pegando fogo quando
percebi que meu marido já fazendo no automático, pois já estava mais
dormindo que acordado fiquei possessa, não sabia o que fazer. Fui à sala
e percebi que os nossos vizinhos também estavam em silencio,
provavelmente já dormindo pelo efeito da farra. Peguei um cigarro do meu
marido e fui pra varanda fumar. Confirmei minhas suspeitas, o vizinho
não dava sinal de vida mesmo, fiquei mais tranqüila, pois estava de
toalha somente, na minha cabeça estava uma confusão, eu queria e não
queria aquele monstro do meu desejo, que estava dormindo ali do lado,
quando escutei uma voz grave falando no meu ouvido: - Eu sabia que você
vinha coração. Meu coração meu sangue, tudo gelou.
Quando me virei ele estava
praticamente colado em mim, não deu tempo pra nada, ele me beijou, e eu
me enrosquei no pescoço dele, minha toalha foi pro chão me deixando
totalmente nua, ele também estava nu ali e me pegou nos braços como uma
pena e fomos em direção a uma espreguiçadeira que tinha na areia da
praia, um pouco distante do chalé. Quando chegamos nelas, ele me colocou
sentada me deixando na direção daquele monumento grosso, lindo cheio de
veias e, iluminado pela lua cheia, ficava mais lindo ainda. Ele todo
ficava lindo, aquele corpo maravilhoso, não pensei duas vezes e fiz o
que já era pra ter feito a tempo, comecei a chupar aquele colosso. Dava
pra segurar com as duas mãos e sobrava pra fora da minha boca de tão
grande que ele era, era uma delicia sentir aquele homem gostoso gemendo
com minha caricias, nunca tinha me sentido tão fêmea. Ele segurava minha
cabeça e empurrava aquele pau delicioso até na minha garganta, o que me
dava ânsia, nunca tinha feito aquilo, foi quando ele começou a gemer
mais forte e alto e eu senti aquele pau crescer ainda mais na minha
boca. Eu não sabia, mas ele tava preste a gozar na minha boca e quando
ele gozou me pegou de surpresa, acho que ele já sabia, por isso segurou
minha cabeça com as mãos e não deixou tirar, tive que engolir pela
primeira vez na vida o gozo de um macho. Meu marido parece que tem nojo
disso, nunca tinha feito com ele, foi maravilhoso, o deixei limpo de
novo, bebi ate a ultima gota, cada lambida que dava eu quase gozava.
Aquele homem me fazia
sentir um tesão que ate então eu não sabia que existia, foi quando ele
me deitou e começou a me chupar, que delicia tudo era perfeito ali, o
lugar o céu a lua, tudo. Quando eu estava gozando (até perdi a conta de
quantas vezes ele me fez gozar), eu senti ele enfiando o dedo por trás
de mim, e fui sentindo aquela invasão nova em mim até então virgem ali.
Foi um misto de dor e uma coisa que não sabia descrever ao certo, mas eu
deixei. Quando aquele Apollo veio por cima de mim, me deu medo, pois ele
era muito grande. Eu pedi pra ele ir com calma, pois ele era muito
grande mesmo. Foi quando ele falou que ia ser muito carinhoso comigo e
que eu ia ter dentro de mim os 23 cm dele bem guardados. Pirei a cabeça
quando ele e falou o tamanho, nunca imaginei que existisse daquele
tamanho, mas mesmo assim resolvi deixar, eu já queria ser possuída por
aquele macho maravilhoso, não importava mais nada no mundo. Quando eu
fui sentindo a cabeça dele me invadindo, me alargando toda, eu podia
sentir cada milímetro dele entrando e me rasgando. Aí levei a mão pra
baixo e constatei que faltava muito a entrar ainda, nem na minha perda
da virgindade senti como senti ali, mas com uma diferença, ali eu estava
gostando.
Quando ele entrou tudo, eu
gozei só de sentir ele em partes internas que nunca tinha sentido antes,
tive um orgasmo, que eu acho que foi o primeiro da minha vida, nunca
mais senti como aqueles que ele me deu. Ele começou a mexer e eu pude
sentir ele dentro de mim entrando e saindo, depois ele foi acelerando e
foi mais forte, me levou a loucura, sendo comida daquela forma e ele me
chamando de puta gostosa, vagabundinha, que meu corninho estava dormindo
tranqüilo, enquanto a esposinha dele estava sendo arrombada e eu gozava
como uma louca. Depois ele me colocou de quatro e me cavalgou como se
faz numa puta e me dava tapas na bunda, falando que seria meu macho
naquelas ferias ali, que agora eu teria que obedecer a ele e mais
ninguém. Que delicia, eu adorava aquilo. Eu já estava perdendo os
sentidos de tanto gozar, quando senti ele tirar e me pedir pra chupar
ele de novo. Ele foi alisando meu cuzinho e enfiando primeiro um dedo
depois dois dedos, me virou e chupou meu cu de uma forma que achei até
estranho por ser a primeira vez, mas adorei. Quando ele apontou aquela
cabeçorra na porta, eu supliquei pra ele não fazer aquilo, pois era
virgem ali. Ele puxou meus cabelos e deu um tapão na minha bunda
mandando eu implorar pra ele comer minha bundinha. Eu estava apaixonada
ali. Eu empinei a bundinha e implorei pra ele me comer. Foi quando eu o
senti forçando a entrada. Quando entrou eu tive a impressão que estava
sendo rasgada e ele já sabendo, afundou o meu rosto na almofada. Dei um
grito de dor e ele não se importou muito, foi enfiando aos poucos, doía
barbaridade, mas o tesão que estava sentindo era uma coisa totalmente
estranha pra mim, não tinha controle sobre mim mesma. Foi quando senti
aquele pau todo dentro do meu cuzinho - até então virgem.
Foi uma delicia poder dar
aquele prazer para aquele macho delicioso. Ele parou um tempo com ele
todo enterrado pra eu me acostumar e relaxar mais um pouco e depois
começou a mexer com cuidado. Eu passei até a sentir prazer, nunca
imaginei ser capaz daquilo, mas eu estava gostando. Quando comecei a
sentir ele ficar mais grosso ainda, ele gozou enchendo minha bundinha
com aquele leite delicioso. Eu também gozei só de sentir ele me
enchendo. Nós ficamos ali até o dia quase amanhecer, o céu já estava
ficando azulado pela manhã, eu queria ficar ali a vida toda. Quando
voltei pro quarto o meu marido recém corno estava dormindo como uma
pedra. Tomei um banho e pude sentir o que ele fez no meu cuzinho, mas eu
adorei tudo, minha xaninha estava toda vermelha e inchada, mais que o de
costume. Quando acordamos, coloquei um short pra disfarçar um pouco. A
esposa do vizinho chegou perto e cochichou no meu ouvido: - Você e seu
marido brincaram muito ontem, hein! Não sabendo ela, eu tinha brincado
mesmo, mas com um macho delicioso, o marido dela.
Passamos mais 26 dias
juntos ali e quase todo os dias o meu vizinho aparecia com um cigarrinho
de maconha pro meu marido e pra esposa dele. Quando isso acontecia, eu
já sabia... Foi essa vez que me senti uma puta, uma verdadeira fêmea de
um macho, nunca vou esquecer aquele homem, mesmo porque ele foi o
primeiro e único até hoje que entrou na minha bundinha.
Escrito por: M., mulher
(prefere não se identificar) em 15/04/2007 |
|
Escreva seu comentário |
|
|
Meu destino é trepar com
cachorro |
|
. |
|
Desde os meus 7 para 8
anos eu já era safadinha, pois lembro-me como fosse hoje que quando
entrei no 1º ano primário, numa cidadezinha perto de Londrina (PR). No
final do 2º semestre, perto das provas finais, deu-me vontade fazer
xixi, pedi a professora, e esta me deixou ir até o banheiro. O banheiro
das meninas tinha 4 Boxes, como não tinha ninguém, pois não era hora do
recreio, fui no primeiro, enquanto urinava, escutei uns gemidos vindo
dos fundos, curiosa, ao sair fui pé por pé, era no ultimo box, me
agachei e espiei por baixo da abertura da porta, era uma menina, já lá
pelos seus 10 para 11 anos pois estava na 4ª serie, na maior siririca
com uma vela, ela gemia, se contorcia sentada no vazo, saia levantada e
calcinha arriada até os joelhos, fiquei ali espiando sem ser percebida
por uns 3 minutos. Fiquei curiosa, mas ao mesmo tempo com vontade de
fazer igual para ver como era, nisto pressenti passos, era uma menina
vindo ao banheiro, disfarcei e voltei à sala de aula. Daquele dia em
diante em casa, no meu quarto, sozinha, pois era filha única e meus pais
trabalhavam fora, só voltavam após as 18 horas, pegava vela nova,
cortava com a tesoura o pavio, ficava aquele biquinho, lambuzava de
azeite de cozinha na ponta, introduzia só a pontinha e batia punheta,
como era gostoso, acho que perdi a virgindade com a vela, não senti
nada, nem sangramento nem dor, talvez porque foi aos poucos. Lá pelos 12
para 13 anos à vela não me contentava mais, agora era banana caturra
verde, colocava vaselina na ponta e introduzia a metade e me deliciava,
gozava....gozava.....ui como gozava.
Mas a história que vou
contar mesmo foi no dia do meu aniversario de 15 anos, meu pai de
presente, comprou um lindo pequinês filhote, era o Leko. Uns 5 dias
após, meu pai por coincidência achou numa cidade vizinha uma cadela
também pequinês, talvez alguém a tenha largado na rua por ser fêmea,
assim ficamos com um casal, o Leko e a Laika, eram meus xodós. Meses
foram passando, os dois crescendo, um dia estava estudando no meu
quarto, quando escutei uma gritaria de cachorros na cozinha, fui ver,
era a Laika no seu primeiro cio, sendo encurralada por um baita Pastor
alemão, lindo, bem cuidado, perfumado, do nosso vizinho ao lado, até
hoje não sei como ele chegou ali, e o Leko, os dois querendo transar com
ela, o Leko não conseguia porque o Pastor alemão avançava nele e este
também, mesmo se contorcendo todo, não conseguia, a Laika era muito
pequenina para ele. Pequei uma vassoura bati nos dois, estes se
retiraram, pequei a Laika no colo e com a vassoura na mão para me
defender, me dirigi ao meu quarto e fechei a porta. Estava estudando,
mas não conseguia, pois os dois arranhavam a porta do meu quarto, pequei
a vassoura para por o Pastor alemão para fora de casa e ele se virasse
para ir para a sua casa, mas ao abrir o Pastor alemão estava com o pau
de fora, bem fininho na ponta que nem a da vela, mas grosso que nem a
banana caturra para trás, fiquei apreciando, começou me dar tesão,
adentrei ao quarto e fechei a porta.
Era mês de junho, chuva
fina de inverno, fazia frio, estava de meia calça, minissaia jeans e
blusa, levantei a saia, tirei a meia calça e calcinha, pequei um paninho
esfreguei na xota da Laika, que estava no cio, até molhar bem e
esfreguei na minha bucetinha, pus um travesseiro no meu joelho e fiquei
de quatro, joelho no chão e corpo na minha cama, pequei a Laika no colo,
levantei-me, abri a porta e corri para voltar a minha posição. Adentrou
ao quarto o Pastor alemão e o Leko, o Pastor alemão veio direto na minha
buceta e enfiou aquele focinho gelado, abri mais um pouco minhas pernas,
nisto pus a Laika de frente para mim, a segurei na sua cabeça e deixei o
Leko que estava que nem louco, trepar nela. O Pastor Alemão me lambia,
era uma língua áspera lambendo minha bucetinha e o nariz gelado raspando
meu cuzinho, era um tesão sem precedente, de repente afastou-se e me
trepou.
Senti aquele pau
procurando minha racha, deu-me uma mistura de medo e tesão, tesão porque
sentia aquele pau me cutucando, medo porque podia acertar o meu cuzinho,
coloquei uma mão para traz pequei aquele pau, duro que nem ferro e
dirigi a minha buceta, que nesta altura estava toda encharcada de tanto
tesão, enfiou tudo de uma vez só, estocava numa bucetinha de 15 aninhos
que nunca tinha sido penetrada por um pau, só conhecia vela e banana
caturra. O Pastor alemão estocava que nem um louco, era maravilhoso...,
ficou me fudendo por uns 10 minutos, gozei duas vezes durante este
tempo, parecia que ia nas estrelas de tão gostoso, era a Laika de frente
para mim, toda boba, sentia-se no seu semblante levando o pau do Leko e
eu toda faceira levando aquele pau gostoso do Pastor alemão. Nisto o meu
Machão deu três estocadas bem fortes, firme, fundo e parou..., gozou...,
devia fazer tempo que ele não gozava, pois me encharcou toda, escorreu
pelas minhas pernas.
Ao gozar relaxou, parecia
que estava dormindo de tão quieto e eu também me soltei e relaxei, após
uns 10 ou 20 minutos, ou mais nem sei, pois estava tão gostoso, senti um
tarugo ou uma bola grossa murchando devagarzinho, foi saindo, se
soltando, nisto a Laika também começou a se soltar. Nunca mais consegui
trazer aquele Pastor alemão do meu vizinho, para minha casa, apesar de
morrer de tesão por ele, principalmente quando presenciava seu dono,
todo sábado lhe dando banho, tosa, cortando-lhe as unhas e o perfumando.
Logo em seguida minha mãe ficou grávida e ganhou um menino, após fui
estudar em Londrina, morava com uma tia, depois fui para Curitiba
estudar Direito, casei-me com o meu primeiro namorado assim que
terminamos a faculdade, 12 anos de casada, 36 anos de idade, um casal de
filhos lindos, mas por incrível que pareça só finjo, nunca gozei, só me
masturbando.
Agora mudou, em vez de
vela ou banana caturra é um grosso cacete vibratório que guardo bem
escondido, meu marido nem desconfia. Mas há um mês atrás, uma amiga dona
de uma boutique me convidou para ir com ela a São Paulo onde fazia
compras quase todos os meses. Estava cansada, meu marido consentiu, fui
para me distrair e fazer-lhe companhia. Fomos de ônibus leito, chegamos
na 2ª feira de manhã, dormimos naquela noite num hotel no centro e
voltamos na 3ª feira à noite. Ao chegarmos levamos as maletas no quarto
e voltamos para tomar café e cair na luta das compras, na mesa do café,
minha amiga, que é casada, por sinal casal de influencia na sociedade, 3
filhos, me confidenciou que quando vinha a São Paulo tinha um amante, e
isto já fazia uns 3 anos, dono de uma loja num shopping do Brás onde
comprava, era casado, e ainda, era a esposa dele, sem desconfiar, que
atendia ela nas compras de sua loja. À tarde sempre iam a um motel, me
convidou, pois este seu amante tinha um amigo também dono de loja num
shopping perto dali que era um tesão. Não, disse a ela, amava meu marido
e nunca o havia traído, e não tinha interesse, mas de tanto papo esta
minha amiga me convenceu, sabe como? - Já gozasse com teu marido? - não
respondi; ai ela me disse.. - Eu também, em 20 anos de casamento nunca
gozei com meu marido, apesar de amá-lo demais, mas com meu amante gozo
que nem uma louca, aquele desabafo me deixou com tesão, lembrei-me da
gozada com o Pastor alemão.
Eram 15:00 horas,
lanchávamos no próprio shopping, pois não havíamos almoçado, nisto entra
o amante de minha amiga que eu já havia conhecido quando ela fez suas
compras e o amigo dele, realmente era um tesão, meio grisalho,
perfumado, uns 50 anos, mas com um corpo atlético, conversamos uns 30
minutos, acho que sentiu meu tesão, me convidou, aceitei, e... desculpe
André, te amo, não queria, mas o tesão foi muito mais forte. Tomamos
banho junto, me chupou gostoso, o chupei, fodemos das 16 horas até as 19
horas, deu uma surra na minha bucetinha e numa delicadeza sem precedente
me convenceu a lhe dar meu cuzinho virgem, colocou algo de especial,
meloso, refrescante na cabeça de seu pau, fiquei na mesma posição de
quando dei ao Pastor alemão e o introduziu, devagar, suave e
gozou........ não doeu, só no outro dia senti um ardume que logo passou
naquilo que meu marido nunca experimentou, mas gozar que é bom.....
nada, só fingi. Resisti por muitos anos, mas agora estou convencida,
alem do vibrador, vou comprar um Pastor alemão e por no nosso sitio,
cheguei à conclusão, gozar com um pau, só com o de um cachorro pastor
alemão como amante.
Escrito por Talita
(prefere não divulgar o sobrenome) em 16/04/2007 |
|
Escreva seu comentário |
|
|
Menininha
quieta |
|
. |
|
Bom, eu tenho 20 anos, sou
meio loiro escuro... rs, um corpo definido... Tudo começou há uns meses
atrás quando eu conheci a Milena (assim vou chamá-la), então eu
trabalhava na mesma empresa da Milena, é claro em departamentos
distintos, pois é uma grande empresa. Logo quando ela entrou, engrossei
meus olhares pra ela, mais nem passou pela minha cabeça em ficar com
ela, eu namorava muito sério, mais sempre tinha meus desejos à flor da
pele, o tempo passou e a Milena saiu da empresa, depois disso tive o 1º
contato com ela por e-mail, logo depois conheci uma amiga dela que deu
um apoio para nos conhecermos.
Uma bela terça aconteceu
de eu marcar um encontro com ela, fiquei ansioso e tímido, pois a Milena
era uma menina bem aparentemente quieta e séria, nem nos cumprimentava
direito do serviço, pois bem cheguei no horário marcado eu fui buscar na
casa dela, ela toda educada me cumprimentou entrou dentro do carro e me
disse que não queria ir num bar, pois o bar faz muito barulho e não
daria para conversarmos, disse que não gostava de cinema, nem
restaurantes...
A opção que sobrou foi a
minha casa (estava sozinho neste dia) aí disse a ela que queria deixar
minha bolsa de trabalho em casa, e partimos pra lá, saiu melhor do que
eu imaginava, ela entrou, e sentou no sofá, ofereci algo pra ela beber,
e conversamos nem 5 minutos e já dei um beijo nela, ela me correspondeu
perfeitamente... eu tinha deixado no chão da sala um colchão, logo a
virei para o colchão e comecei a beija - lá por cima dela, beijava tudo,
quando eu passei a língua na orelha dela ela deu uma gemida, aquilo me
deixou excitado demais, ela era comportada, nem mexia suas mãos, em
compensação eu já estava de zíper aberto, meu pau tava que tava...foi
quando ela percebeu e começou a roçar sua bundinha encima da calça
jeans, aquilo pra mim foi tudo, imediatamente eu baixei sua blusinha, e
caí de boca naqueles peitinhos duros...pra encurtar a história, dei um
banho de língua nela, ela gemia demais, dizia pra eu parar se não ela
iria fazer bobeira, nem dei ouvidos a ela, tirei a calça dela, putz só
de pensar na cena já fico duro.... era demais, ela tem um corpo magro,
barriguinha linda, cabelos longos preto.. tem 19 anos, mais tem rostinho
de uma menina de 15, fui beijando ela até os pés, quando cheguei na
bucetinha dela, tava ensopadinha, com um gostinho salgado, chupei tudo e
ela gemia, suava, começou a me arranhar , aquilo ia me instigando ainda
mais ... Não parei...
Logo eu mesmo tirei meu
pau pra fora, na hora ela espantou, disse que iria desistir, era muito
grosso, e na minha cabeça eu imaginava meu pauzão comendo aquela
coisinha pequena, deliciosa... me despi da minha roupa, fiquei de pé,
pegando ela pelas pernas e encaixando certinho no meu pau... a buceta
dela tava quente demais, meu pau foi entrando bem devagar, dei umas
cinco bombadas naquela posição, fui andando com o pau dentro da buceta
dela até o quarto, joguei ela na cama, e comecei o serviço todo, bombava
sem parar, ela gemia, me arranhava as costas, chupava minha orelha, me
deixou de cabeça perdida... ela se virou pra mim começou a cavalgar no
meu pau, quando de repente ela chegou ao orgasmo , gozou, e gritou tanto
que eu tive que até colocar o meu dedo na boca dela para os vizinhos na
escutarem ....ela tinha gozado, eu ainda não, continuei, comendo ela,
agora de quatro, eu segurava nos seus quadris e arregaçava aquela
xaninha, ela respirava ofegante, coloquei meu dedo na boca dela e ela
chupava, voltamos no papai e mamãe, foi quando eu gozei, aff... fiquei com
um medo terrível de furar a camisinha, pois eu gozei tanto, acho que
porque eu tava muito tempo sem transar... gozei dentro daquela bucetinha
apertada, ela olhou pra mim e disse: "- Você não é fraco não hein". Logo
levantamos e fomos tomar banho, pois eu estava suado e ela estava toda
babada com as chupadas que eu dei nela... Isso aconteceu agora, dia 03
de abril... fiquei de ver ela novamente ....
Escrito por Alan D. de
Lima em 23/04/2007 |
|
Escreva seu comentário |
|
|
Swing em Miami |
|
. |
|
Olá. O que vou contar aqui
aconteceu comigo há pouco tempo. Meu nome é Cristina, tenho 27 anos,
1,72 m, 60 kg, olhos castanhos claros, seios médios, bumbum grande e com
uma linda marquinha de biquíni. Sou casada com Pedro que tem 32 anos,
1,80 m, 78 kg, cabelos e olhos castanhos claros e com um dote
medio-grande.
Bem vamos ao que
aconteceu. Sempre que transávamos meu marido vinha com uma idéia de
apimentar nossas transas com mais uma pessoa tanto homem com uma mulher,
numa viagem que fizemos durante a copa resolvemos visitar um clube de
swing em Miami já que estávamos numa cidade onde não conhecíamos ninguém
seria melhor e mais fácil de ir para um lugar desses, então nos
preparamos. Eu vesti uma blusa com um decote discreto e sem sutiã e uma
saia com uma calcinha de renda tipo fio dental mais um pouquinho maior
tipo aquelas que fazem um triangulozinho só em cima e bem enterradinha
na bunda.
Quando chegamos ao clube
ficamos impressionados com a quantidade de gente e também de gente
bonita já que nos tinham dito que tinha muita gente feia nestes locais,
pegamos uma mesa e ficamos lá de vez em quando vinham pessoas se
apresentar ou chamar para dançar ou até mesmo para transar, mas tínhamos
combinado que ficaríamos sempre juntos.
No decorrer da noite a
gerente do local disse que eles iriam fechar e que só poderiam ficar
quem fosse para a festa que iria acontecer na parte de trás do clube e,
quem ficasse teria que ficar sem roupas (homens todo nu e mulheres só de
calcinha, mas de preferência nuas), mas que as pessoas não tinham que
transar, mas que terão que tirar as roupas para deixar o pessoal da
festa mais animado.
Conversamos durante alguns
minutos e resolvemos ficar, mas sem transar, só para ver como era a
orgia. Quando entramos neste salão - que fica atrás do clube - tinha dez
pessoas: três mulheres e sete homens.
Bem, ficamos lá e vimos às
coisas irem esquentando: mulher chupando mulher, mulher chupando homem,
mulher sendo sanduíche de dois homens, enfim, tudo que rola numa orgia
gostosa como essas. O chão do salão era todo acolchoado e com alguns
sofás ao redor. Lá estávamos fazia uns 20 minutos e resolvemos brincar
entre nós dois. O Pedro estava nu e eu só de calcinha e fazendo o maior
sucesso entre os homens e as mulheres. Nós já estávamos no maior tesão
de tanto nos amassar quando o Pedro pediu para que eu chupasse o pau
dele que já estava duríssimo e latejando. Ele sentou no sofá e eu fiquei
de joelhos no chão chupando. Após alguns minutos senti uma mão começar a
me alisar nas pernas e bunda e às vezes puxando a calcinha um pouco para
cima fazendo ela entrar na minha bucetinha (que já estava totalmente
inundada de tanto tesão).
Deixei para lá porque
estava até gostando - e o Pedro não estava nem vendo já que era bem
escurinho lá dentro-, quando, de repente, senti minha bundinha
sendo beijada e acariciada com mais forca e mais vontade e essa mão indo
mais fundo dentro da minha calcinha. Quando senti tocar o dedo no meu
clitóris, gozei automaticamente. Foi aí que o rapaz que estava atrás de
mim se aproveitou e caiu de boca. Eu praticamente sentada na boca dele
com o pau do Pedro na minha boca. Nisso o Pedro já estava beijando
outra mulher e eu me separei um pouco dele, já que o rapaz (depois
descobri que o nome dele era Jorge e era Colombiano) me afastou um pouco
para o canto do salão e começou a me chupar como eu nunca fui chupada.
Com muito jeito e malicia
me fez chupar o pau dele que não era muito longo, mas bastante grosso e
com aquela pele que alguns homens tem que fica subindo e descendo. Não
conseguia nem mais ver o Pedro no salão e continuei chupando o pau do
Jorge quando ele perguntou se o amigo dele poderia participar. Não
entendia direito (ele falava em espanhol), mas acho que disse sim sem
querer. Foi quando ele chamou Raul - outro colombiano. Raul já foi
metendo o pau dele na minha boca. Sentou no sofá e, enquanto eu chupava
ele (Raul era enorme, tanto longo como grosso), o Jorge me chupava por
trás. Logo ele meteu na minha bucetinha e eu gozei muito. Acho que mais
até pela situação, pelo ambiente.
Ele ficou metendo forte e
falava em espanhol (o que me deixava louca), dava tapinhas na minha
bundinha e puxava meus cabelos. Ficou metendo em mim durante uns vinte
minutos enquanto eu chupava o Raul. Finalmente o Jorge gozou - e como
gozou! Ele derramou a porra dele por dentro da minha bucetinha. Parei de
chupar o Raul e ele veio por trás de mim e meteu forte não dando tempo
nem de eu descansar. Foi metendo pro trás aquele pau enorme.
Foi aí que o Pedro chegou
e me viu sendo penetrada por de quatro por Raul e ofereceu seu pau para
eu chupar. Ele me disse que ainda não tinha metido em ninguém e queria
meter em mim, mas tinha que esperar. Enquanto eu chupava ele, o Raul
continuava metendo em mim. Que pau maravilhoso! Fazia movimentos
incríveis, ninguém nunca havia metido em mim desse jeito. De repente ele
tirou o pau de dentro da minha bucetinha e começou a encostar no meu
rabinho. Levei um susto e olhei para trás, mas o tesão do momento não me
deixou fazer nada.
Fazia muito tempo que não
dava a bundinha, até porque o Pedro não gosta muito e não faz direito,
mas eu fiquei calada porque era possível o Pedro não deixar. Raul meteu
deliciosamente no meu rabinho enquanto eu chupava o Pedro, que não tinha
nenhuma idéia que eu estava sendo enrabada como uma putinha safada. Ele
metia com muito jeito, ora com força, ora suave. Era uma sensação
incrível. Meu marido acabou gozando na minha boca e logo em seguida o
Raul gozou como um louco em cima da minha bunda e costas.
Depois disso relaxamos um
pouco e resolvemos ir, mas antes disso - no banheiro - ainda dei uma
chupada novamente no Jorge, que estava chupando a mulher dele. Foi uma
loucura! Ainda voltamos duas vezes no clube antes de regressarmos para o
Brasil.
Escrito por Cristina M.S.
em 25 de abril de 2007 |
|
. |
|
Escreva seu comentário |
|
|