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Neuzinha, nossa priminha
Minhas Queridas G...
Minha Namoradinha
Minha Ana Maria (hétero)
A inocência perdida (hétero)
Minha cunhada é uma puta (hétero)
A amiguinha da minha irmã (hétero)
Enganado e gozado (bissexual)
Orgia no alojamento da obra (orgia)
Minha prima Lena (hétero)
Muito prazer, Carla (hétero) Com foto
Minha nova experiência (bissexual)
Eu, minha namorada e o Rex (zoofilia)
As tetas da minha escrava (fetiche) Com foto
Traí meu marido na segunda Lua de Mel (traição e fetiche)
Meu destino é trepar com cachorro (zoofilia)
Menininha quieta (hétero)
Swing em Miami (swing)
Retorno de viagem (hétero)
Traindo meu marido e engolindo porra do meu aluno (traição e fetiche)
A loira do Bailão (hétero)
A primeira vez de Glória (hétero)
Minha sogrinha querida (hétero)

Traí meu marido na minha segunda Lua de Mel
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Tenho 28 anos, um corpo normal pra minha idade, à custa de muita musculação e pilates (o que deixou minhas pernas e meu bumbum bem definidos). O que me aconteceu - faz dois anos – foi que eu e meu marido combinamos uma segunda lua de mel (nosso casamento não vinha lá essas grandes coisas acho que pela rotina e pelo trabalho excessivo). Combinamos que passaríamos um mês numa praia do nordeste, Natal foi nosso destino, quando chegamos eu me encantei com a pousada, não era grande, mas muito aconchegante. Nosso quarto era um chalé mais afastado - eram vários chalés espalhados distante um do outro pela orla, eram chalés duplos -, mas pra minha felicidade o do nosso lado estava vazio.

A primeira noite foi maravilhosa, eu e meu marido numa banheira de ofurô que tinha na varandinha dos fundos que dava pra praia escura, no caso era para dois chalés, mas como nos estávamos a sós ali fizemos o que tínhamos costume de fazer sempre, também pelo cansaço da viagem, no caso dele, não deu pra irmos mais além, mas a minha vontade era de ter ido. No outro dia quando acordo vejo aquela bagunça de garrafas, copos espalhados pelo chalé e em volta da banheira. Enrolei-me numa toalha, que por sinal era curta deixando quase a metade de minha bunda a mostra, mas como não tinha ninguém ali além de nós fiquei tranqüila.

Enquanto estava em volta da banheira senti uma coisa estranha, como se tivesse alguém me observando, quando eu me virei tomei um susto que quase cai sentada. Tinha um homem grande e forte por volta dos seus 40 e poucos anos me olhando encostado na parede de quina do chalé. Ele tinha um sorriso safado, mas era lindo tanto de rosto quanto de físico, eu fiquei gelada, sem saber o que fazer, mais que depressa me ajeitei e fui entrando. Quando passei perto dele, ele me cumprimentou dando um bom dia, sempre com aquele sorriso perturbador no rosto. Fiquei desorientada, sem saber o que fazer, resolveu não falar nada pro meu marido, pra evitar certos aborrecimentos. Quando ele acordou resolvemos ir tomar nosso café da manha no restaurante da pousada, quando fui chegando fiquei gelada de novo, pois vi o mesmo homem lá sentado em uma das mesas, só que agora com uma mulher. Eu via que ele me acompanhava com o olhar, ele me deixava inquieta. Depois do café falei com meu marido que ia dar uma volta pra conhecer as lojas dali. Quando voltei eu quase tive outro ataque: meu marido e esse homem conversando com se fossem velhos amigos. Quando cheguei perto, ele me apresentou a esse homem como sendo o nosso vizinho de chalé que tinha chegado naquela manha. Eu não sabia mais o que fazer, não conseguia disfarçar que ele tinha me deixado inquieta, e ele já tinha percebido isso.

Depois de um tempo meu marido me falou que ia dar uma volta com esse tal amigo também, que ele tinha que comprar um biquíni pra esposa. Quando meu marido voltou me deu um biquíni de presente. Eu estranhei porque eu tinha vários na mala e, também, por ser bem pequeno, mas meu marido me disse que queria me ver usando ele. Quando eu coloquei, vi que era menor ainda do que parecia, mas tudo bem, ali não tinha muitas pessoas mesmo, só nós e o nosso vizinho com a esposa. Ficamos o dia todo na praia, o meu vizinho (eu tenho que reconhecer) era um espetáculo de homem, alto, forte, com os músculos firmes e definidos, nem parecia a idade que tinha. As pernas... nossa... e o volume dentro da sunga de praia, era desconfortável pra outro homem, imagino. Ele, sempre quando tínhamos uma folga, me olhava ou então dava um jeito de me encostar, aquilo tava me deixando louca.

Durante a tarde ele passou protetor na esposa dele que estava deitada do meu lado na areia e se ofereceu pra passar em mim também. Antes que desse tempo de responder alguma coisa, ele já estava passando, eu fui à loucura, mas tive que disfarçar aquela mão grande me alisando. Nessa hora meu marido tinha ido até a água e a esposa dele estava deitada com o rosto pro lado contrario ao meu, aí quando alisou minha bunda, ele apertou-a e seu dedo escorregou pra perto da minha portinha de trás. Achei que fosse desmaiar ali, ele ficou um segundo que pareceu uma hora, alisando minha portinha, sem eu poder fazer nada, e nem queria, aquilo tava me deixando tonta de tanto tesão e ele só parou porque viu meu marido vindo da água. Nisso meu marido me pediu pra pegar umas cervejas pra gente, ele se prontificou em ajudar, alegando que ia ao banheiro também. Não tive como evitar, quando chegamos no chalé, que ficava uns 100 m da praia, ele me puxou junto a ele e me deu um beijo, um beijo delicioso que tentei resistir, mas foi inútil, ele era muito mais forte que eu, e eu cedi àquele beijo.

A mão dele percorrendo todo meu corpo, quando dei por mim ele tava sugando meus seios, aquilo tava delicioso, eu ali presa nos braços de um estranho quase Gozando. Ele desatou o nó lateral do meu biquíni, me deixando quase nua, abaixou numa fração de segundos e colou sua boca na minha xana, parecia que ia sugar minha alma, nunca tinha sentido um tesão tão grande na minha vida, ele me fez gozar em fração de segundos ali, com uma perna apoiada no ombro dele. Foi quando ele levantou e eu vi aquele membro enorme pra fora da sunga, mas muito grande e muito grosso em relação ao do meu marido, que até então era o único que tinha visto, tocado e sentido. Ele segurou aquele monumento com a mão e passou na minha xaninha, que foi deixando um rastro do meu mel na cabeça daquele pau enorme. Eu queria aquilo tudo dentro de mim, já tinha perdido o sentido do certo e do errado. Foi quando ele se afastou e falou: - Você vai ser minha! Virou e entrou no banheiro, eu não acreditei, aquele f.d.p (foi isso que o xinguei, rs) não podia fazer aquilo comigo, eu não acreditei, mas ele fez.

Passei o restante do dia sem saber direito o que tinha me acontecido e, à noite, os homens combinaram de irmos os quatro pra banheira de ofurô. Lá pelas tantas, depois de muita cerveja e vinho, eu percebi que ele quase não bebia, deixando a esposa dele e meu marido beberem mais, não sei de onde apareceu, mas ele pareceu com um cigarro de maconha, meu marido não fuma, mas de vez em quando ele fumava e pelo visto, a esposa dele também. Eu não fumo, mas eles fumaram e ficaram pra lá de Bagdá. Por outra vez eu entrei pra pegar uns aperitivos na cozinha, e a mesma coisa aconteceu, só que com eles ali quase do nosso lado. Ele ficou nu no canto da cozinha e eu pude vislumbrar aquele deus grego pelado, ele sabia como me deixar maluca. Quando eu fui pra perto ele me fez sinal dizendo que era perigoso. Aquilo foi me dando um misto de raiva com tesão, mais tesão no caso, eu já não agüentava mais, tinha que dar um jeito, não pretendia trair meu marido, mas eu sabia que quando ele “fumava”, ele apagava.

Depois de um tempo dei um jeito de recolhermos, sabia que tinha que agir rápido, pois meu marido dava sinal de querer dormir. Fui, tomei um banho rapidíssimo e quando sai do banho, ele já estava meio lá meio cá, mais que rápido ataquei, cai de boca nele, felizmente ele esboçou uma reação, fiquei de lado e fui dando um jeito de enfiar ele em mim, não era o do vizinho, mas era o meu, o que eu já estava acostumada. Eu estava pegando fogo quando percebi que meu marido já fazendo no automático, pois já estava mais dormindo que acordado fiquei possessa, não sabia o que fazer. Fui à sala e percebi que os nossos vizinhos também estavam em silencio, provavelmente já dormindo pelo efeito da farra. Peguei um cigarro do meu marido e fui pra varanda fumar. Confirmei minhas suspeitas, o vizinho não dava sinal de vida mesmo, fiquei mais tranqüila, pois estava de toalha somente, na minha cabeça estava uma confusão, eu queria e não queria aquele monstro do meu desejo, que estava dormindo ali do lado, quando escutei uma voz grave falando no meu ouvido: - Eu sabia que você vinha coração. Meu coração meu sangue, tudo gelou.

Quando me virei ele estava praticamente colado em mim, não deu tempo pra nada, ele me beijou, e eu me enrosquei no pescoço dele, minha toalha foi pro chão me deixando totalmente nua, ele também estava nu ali e me pegou nos braços como uma pena e fomos em direção a uma espreguiçadeira que tinha na areia da praia, um pouco distante do chalé. Quando chegamos nelas, ele me colocou sentada me deixando na direção daquele monumento grosso, lindo cheio de veias e, iluminado pela lua cheia, ficava mais lindo ainda. Ele todo ficava lindo, aquele corpo maravilhoso, não pensei duas vezes e fiz o que já era pra ter feito a tempo, comecei a chupar aquele colosso. Dava pra segurar com as duas mãos e sobrava pra fora da minha boca de tão grande que ele era, era uma delicia sentir aquele homem gostoso gemendo com minha caricias, nunca tinha me sentido tão fêmea. Ele segurava minha cabeça e empurrava aquele pau delicioso até na minha garganta, o que me dava ânsia, nunca tinha feito aquilo, foi quando ele começou a gemer mais forte e alto e eu senti aquele pau crescer ainda mais na minha boca. Eu não sabia, mas ele tava preste a gozar na minha boca e quando ele gozou me pegou de surpresa, acho que ele já sabia, por isso segurou minha cabeça com as mãos e não deixou tirar, tive que engolir pela primeira vez na vida o gozo de um macho. Meu marido parece que tem nojo disso, nunca tinha feito com ele, foi maravilhoso, o deixei limpo de novo, bebi ate a ultima gota, cada lambida que dava eu quase gozava.

Aquele homem me fazia sentir um tesão que ate então eu não sabia que existia, foi quando ele me deitou e começou a me chupar, que delicia tudo era perfeito ali, o lugar o céu a lua, tudo. Quando eu estava gozando (até perdi a conta de quantas vezes ele me fez gozar), eu senti ele enfiando o dedo por trás de mim, e fui sentindo aquela invasão nova em mim até então virgem ali. Foi um misto de dor e uma coisa que não sabia descrever ao certo, mas eu deixei. Quando aquele Apollo veio por cima de mim, me deu medo, pois ele era muito grande. Eu pedi pra ele ir com calma, pois ele era muito grande mesmo. Foi quando ele falou que ia ser muito carinhoso comigo e que eu ia ter dentro de mim os 23 cm dele bem guardados. Pirei a cabeça quando ele e falou o tamanho, nunca imaginei que existisse daquele tamanho, mas mesmo assim resolvi deixar, eu já queria ser possuída por aquele macho maravilhoso, não importava mais nada no mundo. Quando eu fui sentindo a cabeça dele me invadindo, me alargando toda, eu podia sentir cada milímetro dele entrando e me rasgando. Aí levei a mão pra baixo e constatei que faltava muito a entrar ainda, nem na minha perda da virgindade senti como senti ali, mas com uma diferença, ali eu estava gostando.

Quando ele entrou tudo, eu gozei só de sentir ele em partes internas que nunca tinha sentido antes, tive um orgasmo, que eu acho que foi o primeiro da minha vida, nunca mais senti como aqueles que ele me deu. Ele começou a mexer e eu pude sentir ele dentro de mim entrando e saindo, depois ele foi acelerando e foi mais forte, me levou a loucura, sendo comida daquela forma e ele me chamando de puta gostosa, vagabundinha, que meu corninho estava dormindo tranqüilo, enquanto a esposinha dele estava sendo arrombada e eu gozava como uma louca. Depois ele me colocou de quatro e me cavalgou como se faz numa puta e me dava tapas na bunda, falando que seria meu macho naquelas ferias ali, que agora eu teria que obedecer a ele e mais ninguém. Que delicia, eu adorava aquilo. Eu já estava perdendo os sentidos de tanto gozar, quando senti ele tirar e me pedir pra chupar ele de novo. Ele foi alisando meu cuzinho e enfiando primeiro um dedo depois dois dedos, me virou e chupou meu cu de uma forma que achei até estranho por ser a primeira vez, mas adorei. Quando ele apontou aquela cabeçorra na porta, eu supliquei pra ele não fazer aquilo, pois era virgem ali. Ele puxou meus cabelos e deu um tapão na minha bunda mandando eu implorar pra ele comer minha bundinha. Eu estava apaixonada ali. Eu empinei a bundinha e implorei pra ele me comer. Foi quando eu o senti forçando a entrada. Quando entrou eu tive a impressão que estava sendo rasgada e ele já sabendo, afundou o meu rosto na almofada. Dei um grito de dor e ele não se importou muito, foi enfiando aos poucos, doía barbaridade, mas o tesão que estava sentindo era uma coisa totalmente estranha pra mim, não tinha controle sobre mim mesma. Foi quando senti aquele pau todo dentro do meu cuzinho - até então virgem.

Foi uma delicia poder dar aquele prazer para aquele macho delicioso. Ele parou um tempo com ele todo enterrado pra eu me acostumar e relaxar mais um pouco e depois começou a mexer com cuidado. Eu passei até a sentir prazer, nunca imaginei ser capaz daquilo, mas eu estava gostando. Quando comecei a sentir ele ficar mais grosso ainda, ele gozou enchendo minha bundinha com aquele leite delicioso. Eu também gozei só de sentir ele me enchendo. Nós ficamos ali até o dia quase amanhecer, o céu já estava ficando azulado pela manhã, eu queria ficar ali a vida toda. Quando voltei pro quarto o meu marido recém corno estava dormindo como uma pedra. Tomei um banho e pude sentir o que ele fez no meu cuzinho, mas eu adorei tudo, minha xaninha estava toda vermelha e inchada, mais que o de costume. Quando acordamos, coloquei um short pra disfarçar um pouco. A esposa do vizinho chegou perto e cochichou no meu ouvido: - Você e seu marido brincaram muito ontem, hein! Não sabendo ela, eu tinha brincado mesmo, mas com um macho delicioso, o marido dela.

Passamos mais 26 dias juntos ali e quase todo os dias o meu vizinho aparecia com um cigarrinho de maconha pro meu marido e pra esposa dele. Quando isso acontecia, eu já sabia... Foi essa vez que me senti uma puta, uma verdadeira fêmea de um macho, nunca vou esquecer aquele homem, mesmo porque ele foi o primeiro e único até hoje que entrou na minha bundinha.

Escrito por: M., mulher (prefere não se identificar) em 15/04/2007

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Meu destino é trepar com cachorro
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Desde os meus 7 para 8 anos eu já era safadinha, pois lembro-me como fosse hoje que quando entrei no 1º ano primário, numa cidadezinha perto de Londrina (PR). No final do 2º semestre, perto das provas finais, deu-me vontade fazer xixi, pedi a professora, e esta me deixou ir até o banheiro. O banheiro das meninas tinha 4 Boxes, como não tinha ninguém, pois não era hora do recreio, fui no primeiro, enquanto urinava, escutei uns gemidos vindo dos fundos, curiosa, ao sair fui pé por pé, era no ultimo box, me agachei e espiei por baixo da abertura da porta, era uma menina, já lá pelos seus 10 para 11 anos pois estava na 4ª serie, na maior siririca com uma vela, ela gemia, se contorcia sentada no vazo, saia levantada e calcinha arriada até os joelhos, fiquei ali espiando sem ser percebida por uns 3 minutos. Fiquei curiosa, mas ao mesmo tempo com vontade de fazer igual para ver como era, nisto pressenti passos, era uma menina vindo ao banheiro, disfarcei e voltei à sala de aula. Daquele dia em diante em casa, no meu quarto, sozinha, pois era filha única e meus pais trabalhavam fora, só voltavam após as 18 horas, pegava vela nova, cortava com a tesoura o pavio, ficava aquele biquinho, lambuzava de azeite de cozinha na ponta, introduzia só a pontinha e batia punheta, como era gostoso, acho que perdi a virgindade com a vela, não senti nada, nem sangramento nem dor, talvez porque foi aos poucos. Lá pelos 12 para 13 anos à vela não me contentava mais, agora era banana caturra verde, colocava vaselina na ponta e introduzia a metade e me deliciava, gozava....gozava.....ui como gozava.

Mas a história que vou contar mesmo foi no dia do meu aniversario de 15 anos, meu pai de presente, comprou um lindo pequinês filhote, era o Leko. Uns 5 dias após, meu pai por coincidência achou numa cidade vizinha uma cadela também pequinês, talvez alguém a tenha largado na rua por ser fêmea, assim ficamos com um casal, o Leko e a Laika, eram meus xodós. Meses foram passando, os dois crescendo, um dia estava estudando no meu quarto, quando escutei uma gritaria de cachorros na cozinha, fui ver, era a Laika no seu primeiro cio, sendo encurralada por um baita Pastor alemão, lindo, bem cuidado, perfumado, do nosso vizinho ao lado, até hoje não sei como ele chegou ali, e o Leko, os dois querendo transar com ela, o Leko não conseguia porque o Pastor alemão avançava nele e este também, mesmo se contorcendo todo, não conseguia, a Laika era muito pequenina para ele. Pequei uma vassoura bati nos dois, estes se retiraram, pequei a Laika no colo e com a vassoura na mão para me defender, me dirigi ao meu quarto e fechei a porta. Estava estudando, mas não conseguia, pois os dois arranhavam a porta do meu quarto, pequei a vassoura para por o Pastor alemão para fora de casa e ele se virasse para ir para a sua casa, mas ao abrir o Pastor alemão estava com o pau de fora, bem fininho na ponta que nem a da vela, mas grosso que nem a banana caturra para trás, fiquei apreciando, começou me dar tesão, adentrei ao quarto e fechei a porta.

Era mês de junho, chuva fina de inverno, fazia frio, estava de meia calça, minissaia jeans e blusa, levantei a saia, tirei a meia calça e calcinha, pequei um paninho esfreguei na xota da Laika, que estava no cio, até molhar bem e esfreguei na minha bucetinha, pus um travesseiro no meu joelho e fiquei de quatro, joelho no chão e corpo na minha cama, pequei a Laika no colo, levantei-me, abri a porta e corri para voltar a minha posição. Adentrou ao quarto o Pastor alemão e o Leko, o Pastor alemão veio direto na minha buceta e enfiou aquele focinho gelado, abri mais um pouco minhas pernas, nisto pus a Laika de frente para mim, a segurei na sua cabeça e deixei o Leko que estava que nem louco, trepar nela. O Pastor Alemão me lambia, era uma língua áspera lambendo minha bucetinha e o nariz gelado raspando meu cuzinho, era um tesão sem precedente, de repente afastou-se e me trepou.

Senti aquele pau procurando minha racha, deu-me uma mistura de medo e tesão, tesão porque sentia aquele pau me cutucando, medo porque podia acertar o meu cuzinho, coloquei uma mão para traz pequei aquele pau, duro que nem ferro e dirigi a minha buceta, que nesta altura estava toda encharcada de tanto tesão, enfiou tudo de uma vez só, estocava numa bucetinha de 15 aninhos que nunca tinha sido penetrada por um pau, só conhecia vela e banana caturra. O Pastor alemão estocava que nem um louco, era maravilhoso..., ficou me fudendo por uns 10 minutos, gozei duas vezes durante este tempo, parecia que ia nas estrelas de tão gostoso, era a Laika de frente para mim, toda boba, sentia-se no seu semblante levando o pau do Leko e eu toda faceira levando aquele pau gostoso do Pastor alemão. Nisto o meu Machão deu três estocadas bem fortes, firme, fundo e parou..., gozou..., devia fazer tempo que ele não gozava, pois me encharcou toda, escorreu pelas minhas pernas.

Ao gozar relaxou, parecia que estava dormindo de tão quieto e eu também me soltei e relaxei, após uns 10 ou 20 minutos, ou mais nem sei, pois estava tão gostoso, senti um tarugo ou uma bola grossa murchando devagarzinho, foi saindo, se soltando, nisto a Laika também começou a se soltar. Nunca mais consegui trazer aquele Pastor alemão do meu vizinho, para minha casa, apesar de morrer de tesão por ele, principalmente quando presenciava seu dono, todo sábado lhe dando banho, tosa, cortando-lhe as unhas e o perfumando. Logo em seguida minha mãe ficou grávida e ganhou um menino, após fui estudar em Londrina, morava com uma tia, depois fui para Curitiba estudar Direito, casei-me com o meu primeiro namorado assim que terminamos a faculdade, 12 anos de casada, 36 anos de idade, um casal de filhos lindos, mas por incrível que pareça só finjo, nunca gozei, só me masturbando.

Agora mudou, em vez de vela ou banana caturra é um grosso cacete vibratório que guardo bem escondido, meu marido nem desconfia. Mas há um mês atrás, uma amiga dona de uma boutique me convidou para ir com ela a São Paulo onde fazia compras quase todos os meses. Estava cansada, meu marido consentiu, fui para me distrair e fazer-lhe companhia. Fomos de ônibus leito, chegamos na 2ª feira de manhã, dormimos naquela noite num hotel no centro e voltamos na 3ª feira à noite. Ao chegarmos levamos as maletas no quarto e voltamos para tomar café e cair na luta das compras, na mesa do café, minha amiga, que é casada, por sinal casal de influencia na sociedade, 3 filhos, me confidenciou que quando vinha a São Paulo tinha um amante, e isto já fazia uns 3 anos, dono de uma loja num shopping do Brás onde comprava, era casado, e ainda, era a esposa dele, sem desconfiar, que atendia ela nas compras de sua loja. À tarde sempre iam a um motel, me convidou, pois este seu amante tinha um amigo também dono de loja num shopping perto dali que era um tesão. Não, disse a ela, amava meu marido e nunca o havia traído, e não tinha interesse, mas de tanto papo esta minha amiga me convenceu, sabe como? - Já gozasse com teu marido? - não respondi; ai ela me disse.. - Eu também, em 20 anos de casamento nunca gozei com meu marido, apesar de amá-lo demais, mas com meu amante gozo que nem uma louca, aquele desabafo me deixou com tesão, lembrei-me da gozada com o Pastor alemão.

Eram 15:00 horas, lanchávamos no próprio shopping, pois não havíamos almoçado, nisto entra o amante de minha amiga que eu já havia conhecido quando ela fez suas compras e o amigo dele, realmente era um tesão, meio grisalho, perfumado, uns 50 anos, mas com um corpo atlético, conversamos uns 30 minutos, acho que sentiu meu tesão, me convidou, aceitei, e... desculpe André, te amo, não queria, mas o tesão foi muito mais forte. Tomamos banho junto, me chupou gostoso, o chupei, fodemos das 16 horas até as 19 horas, deu uma surra na minha bucetinha e numa delicadeza sem precedente me convenceu a lhe dar meu cuzinho virgem, colocou algo de especial, meloso, refrescante na cabeça de seu pau, fiquei na mesma posição de quando dei ao Pastor alemão e o introduziu, devagar, suave e gozou........ não doeu, só no outro dia senti um ardume que logo passou naquilo que meu marido nunca experimentou, mas gozar que é bom..... nada, só fingi. Resisti por muitos anos, mas agora estou convencida, alem do vibrador, vou comprar um Pastor alemão e por no nosso sitio, cheguei à conclusão, gozar com um pau, só com o de um cachorro pastor alemão como amante.

Escrito por Talita (prefere não divulgar o sobrenome) em 16/04/2007

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Menininha quieta
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Bom, eu tenho 20 anos, sou meio loiro escuro... rs, um corpo definido... Tudo começou há uns meses atrás quando eu conheci a Milena (assim vou chamá-la), então eu trabalhava na mesma empresa da Milena, é claro em departamentos distintos, pois é uma grande empresa. Logo quando ela entrou, engrossei meus olhares pra ela, mais nem passou pela minha cabeça em ficar com ela, eu namorava muito sério, mais sempre tinha meus desejos à flor da pele, o tempo passou e a Milena saiu da empresa, depois disso tive o 1º contato com ela por e-mail, logo depois conheci uma amiga dela que deu um apoio para nos conhecermos.

Uma bela terça aconteceu de eu marcar um encontro com ela, fiquei ansioso e tímido, pois a Milena era uma menina bem aparentemente quieta e séria, nem nos cumprimentava direito do serviço, pois bem cheguei no horário marcado eu fui buscar na casa dela, ela toda educada me cumprimentou entrou dentro do carro e me disse que não queria ir num bar, pois o bar faz muito barulho e não daria para conversarmos, disse que não gostava de cinema, nem restaurantes...

A opção que sobrou foi a minha casa (estava sozinho neste dia) aí disse a ela que queria deixar minha bolsa de trabalho em casa, e partimos pra lá, saiu melhor do que eu imaginava, ela entrou, e sentou no sofá, ofereci algo pra ela beber, e conversamos nem 5 minutos e já dei um beijo nela, ela me correspondeu perfeitamente... eu tinha deixado no chão da sala um colchão, logo a virei para o colchão e comecei a beija - lá por cima dela, beijava tudo, quando eu passei a língua na orelha dela ela deu uma gemida, aquilo me deixou excitado demais, ela era comportada, nem mexia suas mãos, em compensação eu já estava de zíper aberto, meu pau tava que tava...foi quando ela percebeu e começou a roçar sua bundinha encima da calça jeans, aquilo pra mim foi tudo, imediatamente eu baixei sua blusinha, e caí de boca naqueles peitinhos duros...pra encurtar a história, dei um banho de língua nela, ela gemia demais, dizia pra eu parar se não ela iria fazer bobeira, nem dei ouvidos a ela, tirei a calça dela, putz só de pensar na cena já fico duro.... era demais, ela tem um corpo magro, barriguinha linda, cabelos longos preto.. tem 19 anos, mais tem rostinho de uma menina de 15, fui beijando ela até os pés, quando cheguei na bucetinha dela, tava ensopadinha, com um gostinho salgado, chupei tudo e ela gemia, suava, começou a me arranhar , aquilo ia me instigando ainda mais ... Não parei...

Logo eu mesmo tirei meu pau pra fora, na hora ela espantou, disse que iria desistir, era muito grosso, e na minha cabeça eu imaginava meu pauzão comendo aquela coisinha pequena, deliciosa... me despi da minha roupa, fiquei de pé, pegando ela pelas pernas e encaixando certinho no meu pau... a buceta dela tava quente demais, meu pau foi entrando bem devagar, dei umas cinco bombadas naquela posição, fui andando com o pau dentro da buceta dela até o quarto, joguei ela na cama, e comecei o serviço todo, bombava sem parar, ela gemia, me arranhava as costas, chupava minha orelha, me deixou de cabeça perdida... ela se virou pra mim começou a cavalgar no meu pau, quando de repente ela chegou ao orgasmo , gozou, e gritou tanto que eu tive que até colocar o meu dedo na boca dela para os vizinhos na escutarem ....ela tinha gozado, eu ainda não, continuei, comendo ela, agora de quatro, eu segurava nos seus quadris e arregaçava aquela xaninha, ela respirava ofegante, coloquei meu dedo na boca dela e ela chupava, voltamos no papai e mamãe, foi quando eu gozei, aff... fiquei com um medo terrível de furar a camisinha, pois eu gozei tanto, acho que porque eu tava muito tempo sem transar... gozei dentro daquela bucetinha apertada, ela olhou pra mim e disse: "- Você não é fraco não hein". Logo levantamos e fomos tomar banho, pois eu estava suado e ela estava toda babada com as chupadas que eu dei nela... Isso aconteceu agora, dia 03 de abril... fiquei de ver ela novamente ....

Escrito por Alan D. de Lima em 23/04/2007

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Swing em Miami
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Olá. O que vou contar aqui aconteceu comigo há pouco tempo. Meu nome é Cristina, tenho 27 anos, 1,72 m, 60 kg, olhos castanhos claros, seios médios, bumbum grande e com uma linda marquinha de biquíni. Sou casada com Pedro que tem 32 anos, 1,80 m, 78 kg, cabelos e olhos castanhos claros e com um dote medio-grande.

Bem vamos ao que aconteceu. Sempre que transávamos meu marido vinha com uma idéia de apimentar nossas transas com mais uma pessoa tanto homem com uma mulher, numa viagem que fizemos durante a copa resolvemos visitar um clube de swing em Miami já que estávamos numa cidade onde não conhecíamos ninguém seria melhor e mais fácil de ir para um lugar desses, então nos preparamos. Eu vesti uma blusa com um decote discreto e sem sutiã e uma saia com uma calcinha de renda tipo fio dental mais um pouquinho maior tipo aquelas que fazem um triangulozinho só em cima e bem enterradinha na bunda.

Quando chegamos ao clube ficamos impressionados com a quantidade de gente e também de gente bonita já que nos tinham dito que tinha muita gente feia nestes locais, pegamos uma mesa e ficamos lá de vez em quando vinham pessoas se apresentar ou chamar para dançar ou até mesmo para transar, mas tínhamos combinado que ficaríamos sempre juntos.

No decorrer da noite a gerente do local disse que eles iriam fechar e que só poderiam ficar quem fosse para a festa que iria acontecer na parte de trás do clube e, quem ficasse teria que ficar sem roupas (homens todo nu e mulheres só de calcinha, mas de preferência nuas), mas que as pessoas não tinham que transar, mas que terão que tirar as roupas para deixar o pessoal da festa mais animado.

Conversamos durante alguns minutos e resolvemos ficar, mas sem transar, só para ver como era a orgia. Quando entramos neste salão - que fica atrás do clube - tinha dez pessoas: três mulheres e sete homens.

Bem, ficamos lá e vimos às coisas irem esquentando: mulher chupando mulher, mulher chupando homem, mulher sendo sanduíche de dois homens, enfim, tudo que rola numa orgia gostosa como essas. O chão do salão era todo acolchoado e com alguns sofás ao redor. Lá estávamos fazia uns 20 minutos e resolvemos brincar entre nós dois. O Pedro estava nu e eu só de calcinha e fazendo o maior sucesso entre os homens e as mulheres. Nós já estávamos no maior tesão de tanto nos amassar quando o Pedro pediu para que eu chupasse o pau dele que já estava duríssimo e latejando. Ele sentou no sofá e eu fiquei de joelhos no chão chupando. Após alguns minutos senti uma mão começar a me alisar nas pernas e bunda e às vezes puxando a calcinha um pouco para cima fazendo ela entrar na minha bucetinha (que já estava totalmente inundada de tanto tesão).

Deixei para lá porque estava até gostando - e o Pedro não estava nem vendo já que era bem escurinho lá  dentro-, quando, de repente, senti minha bundinha sendo beijada e acariciada com mais forca e mais vontade e essa mão indo mais fundo dentro da minha calcinha. Quando senti tocar o dedo no meu clitóris, gozei automaticamente. Foi aí que o rapaz que estava atrás de mim se aproveitou e caiu de boca. Eu praticamente sentada na boca dele com o pau do Pedro na minha boca. Nisso o Pedro já estava beijando  outra mulher e eu me separei um pouco dele, já que o rapaz (depois descobri que o nome dele era Jorge e era Colombiano) me afastou um pouco para o canto do salão e começou a me chupar como eu nunca fui chupada.

Com muito jeito e malicia me fez chupar o pau dele que não era muito longo, mas bastante grosso e com aquela pele que alguns homens tem que fica subindo e descendo. Não conseguia nem mais ver o Pedro no salão e continuei chupando o pau do Jorge quando ele perguntou se o amigo dele poderia participar. Não entendia direito (ele falava em espanhol), mas acho que disse sim sem querer. Foi quando ele chamou Raul - outro colombiano. Raul já foi metendo o pau dele na minha boca. Sentou no sofá e, enquanto eu chupava ele (Raul era enorme, tanto longo como grosso), o Jorge me chupava por trás. Logo ele meteu na minha bucetinha e eu gozei muito. Acho que mais até pela situação, pelo ambiente.

Ele ficou metendo forte e falava em espanhol (o que me deixava louca), dava tapinhas na minha bundinha e puxava meus cabelos. Ficou metendo em mim durante uns vinte minutos enquanto eu chupava o Raul. Finalmente o Jorge gozou - e como gozou! Ele derramou a porra dele por dentro da minha bucetinha. Parei de chupar o Raul e ele veio por trás de mim e meteu forte não dando tempo nem de eu descansar. Foi metendo pro trás aquele pau enorme.

Foi aí que o Pedro chegou e me viu sendo penetrada por de quatro por Raul e ofereceu seu pau para eu chupar. Ele me disse que ainda não tinha metido em ninguém e queria meter em mim, mas tinha que esperar. Enquanto eu chupava ele, o Raul continuava metendo em mim. Que pau maravilhoso! Fazia movimentos incríveis, ninguém nunca havia metido em mim desse jeito. De repente ele tirou o pau de dentro da minha bucetinha e começou a encostar no meu rabinho. Levei um susto e olhei para trás, mas o tesão do momento não me deixou fazer nada.

Fazia muito tempo que não dava a bundinha, até porque o Pedro não gosta muito e não faz direito, mas eu fiquei calada porque era possível o Pedro não deixar. Raul meteu deliciosamente no meu rabinho enquanto eu chupava o Pedro, que não tinha nenhuma idéia que eu estava sendo enrabada como uma putinha safada. Ele metia com muito jeito, ora com força, ora suave. Era uma sensação incrível. Meu marido acabou gozando na minha boca e logo em seguida o Raul gozou como um louco em cima da minha bunda e costas.

Depois disso relaxamos um pouco e resolvemos ir, mas antes disso - no banheiro - ainda dei uma chupada novamente no Jorge, que estava chupando a mulher dele. Foi uma loucura! Ainda voltamos duas vezes no clube antes de regressarmos para o Brasil.

Escrito por Cristina M.S. em 25 de abril de 2007

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