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CONTOS ERÓTICOS
ENVIADOS PELOS LEITORES |
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MANDE O SEU! |
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Não é permitido relatos
com conteúdo pedófilo (sexo com crianças). Me reservo o direito de
publicar ou não o seu relato bem como retirá-lo do site por qualquer
outro motivo sem prévio aviso.
Se for de sua vontade, sua
identidade será mantida no mais absoluto sigilo.
Os contos são a reprodução
do que foi digitado pelo(a) autor(a) do texto que recebi. |
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Minha Ana Maria (hétero) |
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A amiguinha da minha irmã (hétero) |
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Minha cunhada é uma puta (hétero) |
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A inocência perdida (hétero) |
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MINHA ANA MARIA
(hétero) |
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Ana Maria era o nome dela.
Loirinha, alta, mais de 1,70m, corpo bem feito, nem magra, nem gorda.
Pernas
longas, coxuda e com uma bunda de fazer perder o fôlego.
Peitinhos miúdos, mas pontudos.
Filha de
melhor amiga da minha mãe, a Neuza.
Minha
mãe e a Neuza faziam parte de um grupo de mulheres que, duas vezes por
semana, jogava pif-paf.
A Ana
Maria apareceu em casa, no dia em que o jogo lá acontecia.
A Neuza
me apresentou dizendo que ela ficaria esperando o jogo terminar, pois
não quisera deixá-la em casa porque havia pintores trabalhando lá.
Minha
mãe, Neuza e as outras mulheres foram para o salão de jogos, nos fundos
de minha casa, enquanto eu ficava com a Ana Maria na sala.
Conversamos um pouco e eu olhando aquelas pernas, mal cobertas por uma
saia curtinha, aqueles peitinhos espetados debaixo de uma blusa,nada de
soutien, fiquei de pau duro e com um tesão daqueles.
Falamos
de filmes e depois de livros, eu gosto muito de ler e ela, descobri,
também.
- Venha
conhecer minha coleção, ofereci.
E
subimos para o meu quarto.
Sentamos, lado a lado, na minha cama e comecei a mostrar, um a um, meus
livros.
Senti o
seu perfume, encostei, como quem não quer nada, minha perna na dela.
Ela não
se afastou.
- Você é
linda, me apaixonei assim que a vi, disse olhando nos olhos dela.
Ana
Maria sorriu dizendo que eu, também, a atraia.
Olhei
nos seus olhos e a beijei.
Suavemente meus lábios encontraram os dela.
Agradaram-se.
Beijei o
seu pescoço, enquanto minhas mãos acariciavam seus braços e ombros.
Ana
Maria arrepiou-se.
Beijei-a
outra vez, agora com paixão, minha língua acariciou seus lábios e depois
penetrou sua boca para encontrar a dela.
Nossas
línguas se agradaram, enquanto minhas mãos já acariciavam seus peitinhos
por sobre a blusa.
Estavam
durinhos.
Continuei no beijo e ergui sua blusa, recostei Ana Maria no meu
travesseiro e cai de língua nos seus mamilos.
Ela já
estava excitada e eu nem se fale.
Chupei,
um, depois o outro peitinho, enquanto minhas mãos, se enfiavam barriga
abaixo para dentro de sua calcinha.
Ela
falou um não e nem ouvi.
Soltei a
saia e puxei-a para baixo.
Sua
calcinha preta mal cobria sua bucetinha.
De lado,
chupando seu mamilo, sentindo-o durinho em minha boca, enquanto meus
dedos encontraram seu buraquinho.
Estava
molhado.
Beijei
sua barriguinha, afastei a calcinha, um pouco – ela resistia a isto – e
comecei a acariciar com minha língua sua região pélvica.
Ela se
excitou mais e falou:
- Tire
sua roupa, vamos brincar.
Fiquei
nu num segundo.
Ela
olhou para o meu cacete, duro, em pé, batendo continência e disse:
- É
maior do que o do Nelson, meu último namorado.
Fiquei
enlouquecido, arranquei sua calcinha e comecei a lamber sua buceta
depilada e lisinha.
Senti o
seu clitóris durinho e logo seu líquido salgado estava em minha boca.
Estávamos deitados lado a lado.
Virei-a
de costas para mim e coloquei meu cacete entre suas coxas,
acariciando-as.
Ela
começou a gemer.
Encostei
a cabeça do cacete em sua entrada e forcei um pouco, entrou.
Ela
começou a rebolar.
Virei-a
de bruços, abri bem suas pernas e fui forçando a entrada até meu pau
ficar agasalhado inteiramente dentro dela.
Ela era
apertadinha, eu sentia arder meu cacete enquanto começava a mexê-lo.
Ana
Maria suspirava e dizia:
- Que
delícia, põe com força, estou tendo um orgasmo.
Bombei,
entrei e sai várias vezes.
Virei-a
de frente e parti para o tradicional – mas sempre ótimo – papai mamãe.
Ela
unhava minhas costas, enquanto meu cacete penetrava até o fundo de sua
buceta.
Tirei
fora e acabei nas suas coxas, que ficaram inundadas e meladas com meu
sêmen.
Meu
tesão continuava e o dela também.
Voltei a
mamar em seus peitos, virei-a de bruços e beijei e lambi suas costas.
Cheguei
na sua monumental bunda, enfiei a ponta de língua no seu buraquinho
róseo, enquanto minha mão e meus dedos acariciavam sua buceta.
Enfiei,
um e depois um outro dedo no seu cuzinho, levemente.
Senti o
tesão.
- Quero
entrar neste rabinho disse-lhe.
- Não
quero, minhas amigas dizem que dói e nem é tão bom, nunca deixei o
Nelson nem chegar perto.
- Vamos
experimentar, se você não gostar, se doer muito paramos, prometi,
enquanto a beijava, minha língua acariciando a dela.
Coloquei
meu travesseiro embaixo dela, molhei o cacete com saliva – ele já estava
lambuzado – e, antes de tentar introduzi-lo, enfiei meu dedo indicador,
suavemente, acariciando e amolecendo Ana Maria.
- Agrade
sua buceta, vai lhe dar prazer, enquanto eu tento colocar meu cacete
neste cuzinho, falei.
Ela
começou a se masturbar e eu, coloquei a cabeça do cacete na entrada do
buraquinho cor de rosa.
Entrou a
cabeça e eu não forcei para por o resto, deixei-a quieta, enquanto
chupava o pescoço e enfiava a língua na orelha de Ana Maria.
Ela foi
amolecendo de tesão e eu introduzi mais um pouco, outro pouco, ela
resmungou que estava doendo, recuei, depois, tornei a forçar e,
finalmente, entrou tudo.
- Esta
doendo, ela disse.
- Vai
passar logo, falei.
E, com
cuidado, suavemente, comecei a movimentar meu cacete naquele espaço
apertado.
Ela foi
amolecendo, o prazer veio e ela disse:
- Que
gostoso, não dói mais, estou adorando.
Foi a
deixa para continuar, aumentando a intensidade na medida em que o
buraquinho ia se alargando.
Coloquei-a de joelhos e meti meu cacete naquele cuzinho como um cachorro
come uma cadela.
Ana
Maria teve orgasmos seguidos e eu, não agüentando, inundei sua bunda com
meu sêmen.
Tudo
isto levou cerca de uma hora.
Entramos
no banheiro, tomamos banho juntos, nos esfregamos, meu pau cresceu de
novo e a comi debaixo do chuveiro, numa rapidinha que foi fantástica.
Nos
vestimos, voltamos para a sala.
Foi bem
em tempo, porque minha mãe apareceu com bolo e refrigerante como lanche.
Ficamos
conversando e combinamos nos encontrar outro dia.
Nos
encontramos outras vezes e sempre foi ótimo.
Estou
com ela desde então e isto já faz 10 anos.
Escrito por:Mario Gilberto (pseudônimo) em 18/02/2008 |
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A AMIGUINHA
DA MINHA IRMÃ
(hétero) |
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Com doze anos eu já era sacana, antenado em sexo, amigo da punheta e
louco para ter minha primeira experiência. Minha irmã, um
ano mais velha, já era bem gostosinha, peitinhos crescendo, bundinha
empinada e coxas bem cheiinhas.
Nunca pensei em nada com minha
irmã, apenas, sempre que tinha oportunidade, cheirava sua calcinha
usada, sentindo um cheiro que me deixava louco de tesão. Não digo que
não me masturbava pensando nela, mas mais do que isto nunca.
Um fim de semana, Jussara,
minha irmã, trouxe para ficar em casa uma colega de escola, Lidiane.
Loirinha, alta, com peitos já feitos, uma bunda de enlouquecer e um
sorriso lindo.
Ficamos de conversa os três,
falando de namorados, beijos e experiências. Minha irmã, que surpresa,
contou que seu namorado, Jorginho, já tinha beijado suas tetas e passado
a mão em sua bunda, mas que não deixara nem chegar perto do seu
buraquinho. Lidiane, acho que para não ficar por baixo, disse que
deixara seu ex-namorado encoxá-la, além de chupar seus peitos, que ele,
também, tinha posto o pau entre suas coxas, acabando nelas. E, eu, que
não tinha nada para contar?
Falei que queria, mas não tinha
ainda, dado beijo de língua, chupado peitinhos, linguado bucetinhas, e,
principalmente, meu grande desejo, posto meu pau dentro de uma bundinha
apetitosa. Jussara e Lidiane riram muito e ficou por isto.
De madrugada, fazia muito
calor, mês de janeiro, desci para tomar água na cozinha. Lidiane estava
lá, também, com sede e procurando um refrigerante na geladeira. Vestia
um baby doll transparente que deixava ver, pontudinhos seus peitos, uma
calcinha mínima, branca e a sombra tentadora dos pelos loiros de sua
buceta. Meu cacete endureceu na hora. Ofereci-lhe Coca-Cola e dividimos
uma latinha, sentados na mesa da cozinha. Não resisti e falei que estava
morrendo de tesão por ela, que era muito gostosa e que ficaria feliz se,
ao menos, ela me deixasse beijá-la. Ela riu e falou que faria mais, que
me achava um gatinho, e que me ajudaria a ter meu primeiro contato com
uma mulher.
Abracei-a e comecei a beijá-la.
Ela abriu a boca e puxou minha língua para dentro dela. Fiquei
excitadíssimo e minha mão foi direto para suas tetas, por sobre o baby
doll, enquanto a dela, abaixou a calça do meu pijama, e encontrou meu
pinto, que começou a alisar. Com voz rouca Lidiane falou para irmos para
o meu quarto, porque alguém poderia aparecer. Nem acreditei, aquela
delicia ia para o meu quarto. Subimos as escadas, ela na frente e eu com
as mãos na sua bunda.
Já no quarto, a loirinha
deliciosamente tirou o baby doll e ficou só com a mini-calcinha. Deitou
na minha cama, me puxou para cima dela, tirou a calça e depois a camisa
do pijama e começou a me beijar, no pescoço, no peito, chupou meus
peitos, enquanto sua mão me punhetava. Não agüentei e acabei num jorro
de porra. Lidiane lambeu a mão cheia de sêmen, falando que era uma
delicia.
Minha boca e língua sugavam os
peitos dela, enquanto meu cacete crescia de novo. Tentei tirar a
calcinha dela, mas ela disse que não, mas que eu poderia lamber suas
coxas, e enfiar o cacete entre elas. Foi uma delícia, minha língua
correndo por entre aquelas pernas macias. Subi até a calcinha, afastei-a
um pouco e chupei o liquido que escorria, por entre os pelos loiros. Ela
gemeu de prazer, abriu mais as pernas e falou para eu chupar sua buceta.
Nunca tinha sonhado com isto, o
máximo que sabia era o que vira em filme pornô. Linguei seu grelo,
achei, não sei como, seu clitóris durinho, que chupei como um louco. Sua
buceta amoleceu, de repente, e um líquido escorreu, ela tinha tido um
orgasmo. Chupei aquele líquido salgadinho e continuei a chupar aquele
buraquinho, ainda que a calcinha atrapalhasse um pouco.
Lidiane pediu para que eu a
beijasse, o que foi ainda melhor que na primeira vez, com nossas línguas
se encontrando. Mamei em suas tetas, enquanto minha mão massageava suas
coxas e por sobre a calcinha a buceta. Louco de tesão suspirei no ouvido
dela, que queria comer o seu cuzinho. Ela concordou, mas pediu para que
eu passasse um creme no meu pau para não doer, pois meu cacete já era
bem grande e muito grosso. Achei o creme, enquanto ela se deitou de
bruços e arriou a calcinha até os pés. Fiquei louco ao ver aquela bunda,
nádegas branquinhas e durinhas.
Afastei as nádegas, encontrei o
buraquinho róseo e comecei a chupá-lo, tentando introduzir minha língua
nele. Lidiane gemia e pediu para que enfiasse logo o pau, pois estava
tendo um orgasmo. Não foi fácil achar posição e jeito para o meu cacete
entrar. Pegue o travesseiro e coloque embaixo de mim, sugeriu ela.
Feito, a bundinha ficou empinada e meu pinto lambuzado de creme, forçou
a entrada do buraquinho. Entrou a cabeça, mas não conseguia penetrar
mais. Lidiane ergueu um pouco a bundinha, afastou mais as pernas e o
cacete entrou todo. "Dói, amor", disse ela, doía também meu pinto,
ralando na passagem estreita. Tirei, passei mais creme e ai ficou mais
fácil, entrou mais suavemente. Lidiane pediu para enfiar até o fim, que
estava uma delícia. Fiquei com o cacete inteirinho dentro daquele
cuzinho, encostando as bolas nas nádegas, enquanto ela tinha um, dois
orgasmos. Não agüentei e acabei dentro do buraquinho.
Suspirando pedi, supliquei para
que me deixasse comer sua bucetinha. Lidiane disse não, mas não era para
valer, pois arregaçou as pernas, quando meu cacete acariciava a parte de
dentro de suas coxas. Meu pinto já duro outra vez encontrou a entrada do
buraquinho sem dificuldade. Ela estava molhada, melada mesmo e meu
cacete entrou sem dificuldade. "Vai devagar bem", pediu ela, "você vai
me descabaçar e isto dói".
Meu pau entrou um pouco mais,
mas era apertado e doía ao raspar nas paredes. Tirei e pus mais uma,
duas vezes, sem entrar muito.
Lidiane passou suas pernas por
sobre meus ombros e a penetrei de uma só vez, sentindo algo se romper,
uma quentura e a mordida em meu peito. Foi fantástico, pois comecei a me
mexer e ela também e o buraco se alargou e o prazer foi indescritível.
Entrei e sai, enquanto ela suspirava e gemia de tesão.
Sem mais forças e quase sem
sêmen, acabei sobre sua barriga.
Nos abraçamos e ela disse que
não esperava que com alguém tão inexperiente e mais novo fosse perder a
virgindade. Ficamos agarradinhos, nos amassando, beijado e apalpando por
um bom tempo. Tomamos banho juntos e mais uma vez consegui meter naquele
buraco delicioso. Ficamos dentro da banheira, ela em cima de mim, meu
cacete dentro dele e ela me beijando. Horas tinham se passado. Ela me
beijou, já vestida e voltou para dormir no quarto de minha irmã.
Lidiane voltou a dormir em casa
mais algumas vezes, mas só em uma delas deu certo e ela aceitou ser
comida por mim. Jussara, minha irmã, um dia me falou que tinha ficado
sabendo da aventura e que se sentia feliz por saber que o irmão era bom
de cama. Pedi para que ela trouxesse outras amigas, que o tratamento
seria o mesmo. Isto aconteceu, mas não merece ser contado, aqui e agora.
Escrito por: Mario
Gilberto (pseudônimo), em
04/07/2007
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MINHA
CUNHADA É UMA PUTA (hétero) |
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Tenho 23 anos e minha
namorada 19. Namoramos há seis anos, mas sempre tive tesão pela minha
cunhada. Ela é dois anos mais velha que minha namorada mas o que vou
contar aconteceu exatamente quando tínhamos apenas 06 meses de namoro.
Minha cunhada é morena, ao
contrário de minha namorada que é loira, e quando vai à praia fica bem
moreninha. Nesta época de férias nós estávamos indo à praia todos os
dias, o que já me deixava louco de desejos uma vez que ela usava um
biquíni bem cavadinho e quando ajeitava dava para ver a marquinha da sua
bundinha bem branquinha o que me fez tocar várias punhetas. Ela ia
sempre acompanhada do seu namorado ao qual conhecia mas não tinha muita
empatia.
No meio das féria fomos
para Búzios, na casa de meus sogros, para passar o feriado de 20 de
Janeiro e foi aí que tudo aconteceu. Por ser muito nova minha namorada
não se abria muito comigo ficando sempre numa gostosa sacanagem, mas o
máximo que eu conseguia era ficar com o saco parecendo que ia explodir
de dor. Por sua vez minha cunhadinha já era mais esperta. Eu já tinha
visto algumas vezes ela na maior sacanagem com o namorado, mas fingia
que não tinha percebido.
No sábado passamos o dia
inteiro na praia e quando retornamos meus sogros ainda não haviam
chegado da cidade,eles tinham ido fazer compras. Minha namorada foi
tomar banho e enquanto esperava vi a minha cunhada e seu namorado irem
para o quarto dela. Dei a volta por fora da casa e pelo canto da janela
vi a minha cunhada pagando o maior boquete no seu namorado sem a parte
de cima do biquíni. Seus peitos eram maravilhosos, queimadinhos de sol,
e a sua vontade de chupar uma piroca era impressionante. O seu namorado
gozou logo, o que a irritou profundamente, pois a ouvi reclamando que
também queria gozar. Neste momento ela ficou de quatro na cama e pediu
para ele penetrá-la. Só de ver aquela marquinha de biquíni eu fiquei
doido para estar no lugar dele. Neste momento minha namorada saiu do
banheiro e acho que eles escutaram pois vestiram-se rapidamente.
Já no jantar não pude
deixar de perceber a cara de insatisfação da minha cunhada com seu
namorado uma vez que ele estava voltando naquela noite para o Rio, onde
iria fazer vestibular no dia seguinte. Após o jantar meu sogro perguntou
se eu poderia levar o namorado da minha cunhada na rodoviária, ele
estava cansado, e eu me prontifiquei imediatamente pois minha cunhada
iria junto e a minha namorada estava com dor de cabeça e ficaria em
casa. Ao deixarmos ele na rodoviária perguntei a ela se queria tomar um
sorvete no centro e ela fez que sim. No caminho pegamos um
engarrafamento enorme e durante este período ficamos conversando sobre a
sua irmã. Perguntei para ela se poderia conversar com ela, já que era
mais velha, pois eu tinha 18 anos e não estava conseguindo avançar no
namoro, se é que ela estava entendendo e ela fez que sim com a cabeça e
emendou dizendo que eu era um homem muito bonito e seguramente iria
arrumar outra garota para satisfazer minhas necessidades.
Mal sabia que era com ela
que eu queria me satisfazer. Perguntei se já tinha percebido e ela olhou
para o meu pau, que estava duro, e disse que sim. Sem pensar, neste
mesmo instante botei minha piroca para fora do short e ela tomou um
susto. Falei para ela ficar calma que eu sem querer tinha visto o que
havia acontecido de tarde no seu quarto e sabia que ela estava cheia de
tesão. Ela ficou vermelha e eu peguei sua mãozinha e botei no meu pau.
Ela ficou me olhando e depois de um tempo começou a bater uma punheta
carinhosamente e falou que realmente estava com muito tesão, pois seu
namorado era um babaca e só pensava nele, e que nos últimos dias tinha
percebido meus olhares em sua direção, mais precisamente na sua
bucetinha.
Falou que desde o início
do namoro com sua irmã que ela também tinha tocado algumas siriricas pra
mim, mas nunca imaginou que um dia isso iria acontecer. Falei pra ela
que eu sempre tive muito tesão nela e que meu sonho era botar naquele
cuzinho que sabia que seu namorado não deveria ter comido por achar que
não se deve fazer isto com sua namorada, mas como ela não era minha
namorada e sim minha cunhada não teria nenhum problema em realizar minha
fantasia.
Neste mesmo instante ela
abaixou a cabeça e começou a fazer uma boquete maravilhoso, uma boquinha
de veludo. Como estávamos ainda no engarrafamento (o vidro do carro era
fume), disse para fazer com calma que eu queria jorrar meu leite
quentinho na sua boca e queria que ela bebesse tudinho e deixasse meu
pau sequinho. Ela obedeceu e deu uma senhora mamada, e que mamada.
Quando saímos do engarrafamento fui a uma praia deserta e pedi para ela
tirar a roupa para eu poder admirar seu corpo bronzeadíssimo. Ela se
despiu, abriu suas perninhas e me me falou:
- Agora é sua vez. Quero
gozar dentro da sua boca e se você fizer direitinho eu vou lhe dar um
presente.
Naquele instante já estava
imaginado que tipo de presente seria e caí de boca naquela bucetinha
deliciosa, cheirosa e toda depiladinha, bigodinho de Hitler, e a fiz
gozar várias vezes, tantas foram que ela ficou toda mole. Quando se
recuperou ficou de quatro e falou para eu fazer com ela o que eu
quisesse e, como eu fiquei por alguns segundos sem reação, ela pediu
para eu botar no buraquinho da felicidade. Fiquei doido e coloquei com
um carinho imenso pois não poderia desperdiçar aquela que poderia ser
minha primeira e última vez de comer seu cuzinho.
Que puta era a minha
cunhada e como adorava dar seu cuzinho. Pedia para eu enfiar mais e
rebolava num ritmo alucinante. Me concentrei muito para não gozar logo e
fiquei arregaçando aquele cuzinho por mais ou menos 45 minutos. Quando
falei que iria gozar a putinha também gozou num acesso de tesão que eu
nunca tinha visto. Ela me disse que tinha dado o cu pela primeira vez
com 14 anos e nunca mais encontrou um namorado que tivesse o tesão de
comer seu cu e a vontade foi virando uma obsessão uma vez que ela disse
sentir muito tesão no seu rabinho.
No final, completamente
exaustos ela me falou que quando eu quisesse comer um cu era só pedir
para ela e que não iria poder me ajudar com a sua irmã, pelo contrário
iria falar para ela nunca fazer sexo anal que além de doer era nojento.
Com isso eu seria obrigado a procurá-la de novo e que estaria me
esperando de braços, ou melhor, rabo aberto para me satisfazer. É ou não
é uma puta?
Escrito por: Fudêncio (pseudônimo), em
07/07/2007
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A INOCÊNCIA
PERDIDA (hétero) |
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Este relato de fatos muito
antigos conta um episódio do início da minha vida sexual.
Anos 50, treze anos, mais
menino do que adolescente. Meninas só de longe.
O cacete já endurecia quando
via uma foto de mulher de maiô. As punhetas aconteciam no banheiro
quando – e era muito raro – me emprestavam tiras com desenhos de
sacanagem.
Minha irmã, Lúcia, um ano mais
nova tinha muitas amiguinhas e com elas brincava sempre em casa. Nunca
tinha prestado a menor atenção nelas, eram criancinhas.
Um dia entrei na sala e Magali,
uma das coleguinhas estava com a saia levantada mostrando as pernas para
Lúcia. Ao me ver as duas ficaram paralisadas, enquanto que eu, pela
primeira vez, vi as coxas de uma menina e sua calcinha branca.
Passado o susto, a saia foi
abaixada, as duas riram, Magali olhou para mim e disse para eu esquecer
o que tinha visto. Ri, também, mas falei que não iria esquecer pois ela
era muito bonita e suas pernas lindas. Ela riu e ficou por ai.
Fiquei tarado pela menina e
minhas mãos passaram a celebrar, com loucura, aquelas pernas, imaginando
o que estaria coberto pela calcinha branca. Magali vivia em casa,
estudava na mesma classe de Lúcia.
Uma tarde, voltando do futebol,
encontrei Magali na sala de casa, tinha marcado com minha irmã para
estudar mas chegara muito cedo e ela não estava. Fiquei conversando com
ela, admirando seu corpo, descobrindo que já tinha peitinhos e me
imaginando sem roupa com ela. Ousado, nem sei como, falei que não tinha
me esquecido do dia em que vira suas pernas. Ela riu, linda, dizendo que
eu devia ter esquecido.
Falei que só pensava nela e me
lembrava todos os dias da cena. Ela ficou rubra e eu pedi para ela ser
minha namorada. Sem perder o vermelho, disse que aceitava. Sentei do seu
lado e abracei-a.
Magali me deu um beijinho no
rosto e eu retribui. Não sei o que me deu e eu pedi para que ela me
mostrasse, outra vez, suas pernas. Ela se levantou, não hesitou, ergueu
a saia até a cintura e desnudou suas pernas. Em pé, na minha frente
aquelas coxas lindas, a calcinha branca, transparente e a sombra de sua
bucetinha, me deixaram excitadíssimo.
- Posso agradar suas pernas? -
pedi e já fui pondo uma mão entre suas pernas. Ela não disse nada,
apenas continuou segurando a saia e eu alisei suas coxas, com meu pau
ficando duro como pedra.
- Estou arrepiada, disse,
abaixou a saia e sentou-se.
Lúcia chegou e Magali, na lata,
disse que era minha namorada. Magali e eu passamos a sair da escola de
mãos dadas e trocávamos beijinhos na despedida, na porta da casa dela.
Os dias passaram, até que aconteceu.
Voltando da escola, chegando na
porta da casa de Magali, com sede pedi para que me desse um copo de
água. Ela me disse para entrar, pegou uma chave em sua bolsa, abriu a
porta e entramos. Não havia ninguém em casa, a mãe dela trabalhava na
Secretaria da Fazenda. Fomos até a cozinha e ela foi até o pote, encheu
um copo e me deu. Bebi tudo e para agradecê-la, fui beijá-la no rosto,
mas ela se virou e me ofereceu seus lábios.
Beijei-a, a princípio com a
inocência do primeiro amor, mas depois, os instintos falaram e o beijo
foi de paixão. Magali correspondeu e amassamos nossos lábios um contra o
outro. Minha mão desceu até a sua blusa e encontrou, por baixo dela,
livres seus peitinhos. Apertou-os, enquanto o beijo continuava. Magali
ficou excitada na hora e o beijo ficou ardente, os instintos começaram a
falar alto. Minha língua encontrou a dela e começaram a se agradar. Meu
pau duro encostou nela.
Sem fôlego paramos e de mãos
dadas fomos até a sala de visitas. Juramos amor, nos beijamos outra vez.
Já tínhamos aprendido, o beijo foi uma delícia. Beijei seu pescoço e
enfiei minha mão por baixo da blusa escolar solta até encontrar uma
tetinha. Apertei-a, amassei-a, enquanto meu sexo duro explodia. Magali
suspirava.
Pedi, aos beijos e sussurrando
no seu ouvido, se podia beijar seus peitinhos, enquanto já erguia a
blusa.
Ela estava amolecida e não
resistiu, e minha boca empolgou uma tetinha, não era maior do que uma
ameixa, mas como era durinha. Beijei uma e depois a outra e comecei a
chupar. Magali ficou toda arrepiada.
Virei-a de costas para mim,
continuei a amassar os peitinhos e comecei a encoxá-la, e ela encostava
a cabeça em mim e apertava seu corpo contra o meu.
Ousado pela excitação apalpei a
bunda dela e enfiei minha mão entre as suas pernas. Ela não deixou de
jeito nenhum. Desisti na hora, mas continuei a encoxá-la e a amassar
suas tetas. Virei-a de frente e a beijei outra vez, desabotoei sua blusa
e já sentados no sofá, mamei nos peitinhos, enquanto minha mão corria
pelas coxas dela. Tentei mas não consegui me aproximar da bucetinha, mas
consegui, novamente, agradar a bundinha dura.
Ouvimos um barulho e nos
recompusemos. Era no vizinho, mas foi o suficiente para acabar com o
encanto.
Magali me mandou embora.
Namorei com ela durante quase
um ano, nunca mais tive outra oportunidade como esta. Ela me deixava, no
máximo, quando estávamos sozinhos, a agradar e às vezes chupar seus
peitinhos, cada vez maiores e mais deliciosos e, também a encoxá-la.
Magali tinha perdido a inocência, mas como as meninas da época guardava
sua virgindade para o casamento.
Escrito por: Mario
Gilberto (pseudônimo), em
09/07/2007
Observação – Experiência vivida por mim, apenas modernizada nos termos.
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PAU PRA
TODA OBRA (hétero) |
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São tantas as histórias
para contar, que se eu fosse escrever todas tomaria toda a paginas desta
home. Mas, por favor, não me rotulem de prostituta, pois sou casada,
vivo até feliz com meu marido; apenas atendo aos ardentes apelos que meu
corpo faz nos momentos em que Alfredo - meu marido - se abstém de
satisfazê-los e não há alternativa a não ser entregar-me ao homem mais
próximo.
Como
aconteceu naquela ensolarada manhã, no escritório da firma de construção
do meu marido, onde trabalho como secretária, aqui em Salvador.
Naquele
dia, não sei por que acordei toda molhadinha, excitadíssima. Bem que eu
queria dar aquela trepadinha matinal, antes de sairmos para o trabalho;
mas, quando pensei em tentá-lo, Alfredo manifestou-se contrário,
escudando-se na mesma indisposição e mal estar com que sempre fugia aos
meus assédios. Pior: seu pênis, naquela manhã, parecia uma imperturbável
pichuleta. Tudo bem... Fui até o banheiro e, na falta do pênis desejado,
me masturbei pra valer.
Quando
saímos de casa, no carro, comecei a sentir que a masturbação não tinha
apagado o fogo do desejo que continuava a excitar-me tremendamente. Os
olhares que os vários homens me dirigiam na rua aumentavam ainda mais a
umidade que eu sentia entre as pernas.
Ao
chegarmos, como de hábito, Alfredo saiu para inspecionar as obras da
firma, deixando-me só no escritório.
Por
absoluta falta do que fazer - e por achar que a melhor coisa que se tem
a fazer quando se está excitada é excitar-se mais ainda -, comecei a ler
um conto erótico, do que sou fã incondicional.
Eu já
estava completamente alucinada com o picante relato que s e referia “um
pênis de tamanho descomunal ejaculando dentro da minha boca”; estava com
dois dedos introduzidos na vagina, simulando um pênis, e gozava
desvairadamente com aquele contato, mas, confesso, dava para
substituí-los por um pênis ajumentado daquele que a leitura descrevia.
De
repente, a campainha tocou trazendo-me de volta ao escritório.
Excitadíssima, imaginei que fosse atender a alguém disposto a
oferecer-me o que Alfredo recusara. Era o porteiro. Um mulato alto e
forte, simpaticíssimo, que me entregou a correspondência do dia com um
sorriso largo, configurado pelo meu estado como insinuante e provocante.
Mandei-o
entrar - eu deveria assinar o protocolo de entrega - enquanto atendia a
um suposto telefonema. Tomada por algum demônio, eu não via a hora de me
atirar em seus braços e morder e lamber os pêlos, que os botões
superiores abertos da camisa me permitiam admirar. Quase sem voz,
mandei-o sentar, enquanto fui até a cozinha apanhar um copo dágua
gelada, que ele aceitou timidamente. Quando voltei trazendo a água, ele
abanava o rosto distraidamente com o resto da correspondência. Ao passar
pela minha mesa, propositadamente, esbarrei numas pastas, derrubando-as,
a fim de mostrar-lhe minhas pernas quando abaixasse para apanhá-las.
Funcionou exatamente como eu queria. Ele entendeu que estava diante de
uma fêmea excitada e carente e aproximou-se para ajudar-me, mas com os
olhos vidrados nas minhas coxas. Quando lhe entreguei o copo, alisou
minha mão, num gesto fugaz e tímido, quase medroso.
Enquanto
ele saciava sua sede, sentei sobre a mesa com as pernas exageradamente
abertas para incitá-lo a uma investida mais ousada. E funcionou,
conforme pude verificar no volume que lhe saltou dentro da calça,
expondo-me a virilidade avantajada que me aguardava.
Provocante, lambi os lábios e cruzei as pernas até sentir que a
calcinha, que devia estar manchada de tanta secreção que me escorria da
vagina, ficara à mostra.
Depois
dessa clara manifestação de tesão, meu porteiro não resistiu e avançou
sobre mim como um louco. Enfiou a mão entre minhas pernas e esfregou um
dedo sobre o molhado tecido da calcinha, procurando localizar minha
vagina. Ao sentir o quanto estava molhada, livrou-me da calcinha,
rasgando-a bruscamente, a ponto de arrancar-me uns pêlos junto com ela,
e começou a despir-se apressadamente, enquanto eu fazia o mesmo.
Desesperada de excitação, abri as pernas e arriei a cabeça para trás,
dizendo-lhe que queria ser arrebentada pelo pênis que eu já tinha na mão
e tentava conduzir à minha gruta. Ele, calado, mas ativo, esquivou-se da
minha intenção, ajoelhou-se à minha frente a alternou lambidas em minhas
coxas, subindo em direção à vagina.
Aos
primeiros movimentos circulares ao redor do meu clitóris, respondi aos
berros, com um vibrante e intenso gozo. Completamente louca, eu delirava
sobre a mesa, mas me senti obrigada a tomar parte ativa naquela relação
que eu própria provocara.
Reuni
forças para afastá-lo, deitei no tapete, e ele veio por cima. Não para
me penetrar, mas para lamber e oferecer seu grosso lambaio aos meus
lábios ressequidos pelo desejo. Seus insistentes movimentos no meu
clitóris conduziam-se a sensações nunca experimentadas - apesar da
experiência dos vários homens com quem já transei -, me desmanchando em
orgasmos sucessivos, eu tentava contemplá-lo também com um, estimulado
oralmente, mas, semidesfalecida, eu não conseguia chupá-lo com o ímpeto
desejado, que só se manifestou quando ele enfiou o dedo no meu ânus. Aí,
sim, comecei a chupá-lo, mordê-lo e lambê-lo com voracidade jamais
sentida. Meu botão contraía-se a cada penetração do polegar, como se
quisesse acomodar o volume que eu tinha na boca, mas que me recusava a
abandonar enquanto não o fizesse gozar e engolir todo o seu néctar. Como
ele demorava muito a fazê-lo, comecei a fazer o movimento masturbatório
com a boca. Assim, meu porteiro despejou seu leite quente na minha boca,
aumentando ainda mais o desejo de ser penetrada no ânus, que continuava
piscando. Não hesitei em pedir-lhe para fazê-lo. Carinhosamente, ele me
reconduziu até a mesa do meu marido, inclinou meu corpo, fazendo-me
apoiar os seios sobre ela; com os dedos molhados de saliva, lubrificou
as bordas do meu buraquinho e tomou posição. Segurando com firmeza nas
laterais da mesa, recebi as primeiras estocadas do seu monstruoso pênis,
rejeitado pela resistência do meu apertado ânus, que, depois de uma
estocada firme e definitiva, cedeu docilmente. Eu gemia e chorava de
prazer e dor ao mesmo tempo, enquanto suportava tudo aquilo dentro de
mim e me excitava ainda mais com os freqüentes esbarrões que seus
testículos davam, como se quisessem aninhar-se na minha vagina.
Controlando nossos movimentos, atingimos um orgasmo simultâneo.
Insatisfeita - afinal minha vagina desconhecia a dimensão de seu membro
- me virei de frente, disposta a satisfazer a indomável fera que se
incorporara e fazer baixar aquela estrovenga que continuava como ferro
puro.
Ainda
sobre a mesa, abri as pernas amplamente e, numa única e lenta investia,
meu porteiro, que era realmente acavalado, abrigou inteiramente seu
pênis em minhas estranhas. Enquanto movimentávamos nossos corpos
freneticamente, ele gemia alto; me apertava os seios com uma das mãos, e
com um dedo da outra penetrava meu ânus. Fez isso incontáveis vezes, até
que, num último gemido, alcançou o gozo que parecia não acabar mais, tal
a quantidade de esperma que despejou dentro de mim.
Depois
daquele orgasmo arrebatador, meu porteiro foi embora, dizendo-se
disposto a atender a qualquer chamando meu, e a qualquer hora.
Hoje é meu único amante, e
recorro aos seus insubstituíveis serviços sempre que meu marido vai
inspecionar as obras, o que ocorre quase diariamente.
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