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Se for de sua vontade, sua identidade será mantida no mais absoluto sigilo.

Os contos são a reprodução do que foi digitado pelo(a) autor(a) do texto que recebi.

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Minha Ana Maria (hétero)
A amiguinha da minha irmã (hétero)
Minha cunhada é uma puta (hétero)
A inocência perdida (hétero)

MINHA ANA MARIA (hétero)
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Ana Maria era o nome dela.

Loirinha, alta, mais de 1,70m, corpo bem feito, nem magra, nem gorda.

Pernas longas, coxuda e com uma bunda de fazer perder o fôlego.

Peitinhos miúdos, mas pontudos.

Filha de melhor amiga da minha mãe, a Neuza.

Minha mãe e a Neuza faziam parte de um grupo de mulheres que, duas vezes por semana, jogava pif-paf.

A Ana Maria apareceu em casa, no dia em que o jogo lá acontecia.

A Neuza me apresentou dizendo que ela ficaria esperando o jogo terminar, pois não quisera deixá-la em casa porque havia pintores trabalhando lá.

Minha mãe, Neuza e as outras mulheres foram para o salão de jogos, nos fundos de minha casa, enquanto eu ficava com a Ana Maria na sala.

Conversamos um pouco e eu olhando aquelas pernas, mal cobertas por uma saia curtinha, aqueles peitinhos espetados debaixo de uma blusa,nada de soutien, fiquei de pau duro e com um tesão daqueles.

Falamos de filmes e depois de livros, eu gosto muito de ler e ela, descobri, também.

- Venha conhecer minha coleção, ofereci.

E subimos para o meu quarto.

Sentamos, lado a lado, na minha cama e comecei a mostrar, um a um, meus livros.

Senti o seu perfume, encostei, como quem não quer nada, minha perna na dela.

Ela não se afastou.

- Você é linda, me apaixonei assim que a vi, disse olhando nos olhos dela.

Ana Maria sorriu dizendo que eu, também, a atraia.

Olhei nos seus olhos e a beijei.

Suavemente meus lábios encontraram os dela.

Agradaram-se.

Beijei o seu pescoço, enquanto minhas mãos acariciavam seus braços e ombros.

Ana Maria arrepiou-se.

Beijei-a outra vez, agora com paixão, minha língua acariciou seus lábios e depois penetrou sua boca para encontrar a dela.

Nossas línguas se agradaram, enquanto minhas mãos já acariciavam seus peitinhos por sobre a blusa.

Estavam durinhos.

Continuei no beijo e ergui sua blusa, recostei Ana Maria no meu travesseiro e cai de língua nos seus mamilos.

Ela já estava excitada e eu nem se fale.

Chupei, um, depois o outro peitinho, enquanto minhas mãos, se enfiavam barriga abaixo para dentro de sua calcinha.

Ela falou um não e nem ouvi.

Soltei a saia e puxei-a para baixo.

Sua calcinha preta mal cobria sua bucetinha.

De lado, chupando seu mamilo, sentindo-o durinho em minha boca, enquanto meus dedos encontraram seu buraquinho.

Estava molhado.

Beijei sua barriguinha, afastei a calcinha, um pouco – ela resistia a isto – e comecei a acariciar com minha língua sua região pélvica.

Ela se excitou mais e falou:

- Tire sua roupa, vamos brincar.

Fiquei nu num segundo.

Ela olhou para o meu cacete, duro, em pé, batendo continência e disse:

- É maior do que o do Nelson, meu último namorado.

Fiquei enlouquecido, arranquei sua calcinha e comecei a lamber sua buceta depilada e lisinha.

Senti o seu clitóris durinho e logo seu líquido salgado estava em minha boca.

Estávamos deitados lado a lado.

Virei-a de costas para mim e coloquei meu cacete entre suas coxas, acariciando-as.

Ela começou a gemer.

Encostei a cabeça do cacete em sua entrada e forcei um pouco, entrou.

Ela começou a rebolar.

Virei-a de bruços, abri bem suas pernas e fui forçando a entrada até meu pau ficar agasalhado inteiramente dentro dela.

Ela era apertadinha, eu sentia arder meu cacete enquanto começava a mexê-lo.

Ana Maria suspirava e dizia:

- Que delícia, põe com força, estou tendo um orgasmo.

Bombei, entrei e sai várias vezes.

Virei-a de frente e parti para o tradicional – mas sempre ótimo – papai mamãe.

Ela unhava minhas costas, enquanto meu cacete penetrava até o fundo de sua buceta.

Tirei fora e acabei nas suas coxas, que ficaram inundadas e meladas com meu sêmen.

Meu tesão continuava e o dela também.

Voltei a mamar em seus peitos, virei-a de bruços e beijei e lambi suas costas.

Cheguei na sua monumental bunda, enfiei a ponta de língua no seu buraquinho róseo, enquanto minha mão e meus dedos acariciavam sua buceta.

Enfiei, um e depois um outro dedo no seu cuzinho, levemente.

Senti o tesão.

- Quero entrar neste rabinho disse-lhe.

- Não quero, minhas amigas dizem que dói e nem é tão bom, nunca deixei o Nelson nem chegar perto.

- Vamos experimentar, se você não gostar, se doer muito paramos, prometi, enquanto a beijava, minha língua acariciando a dela.

Coloquei meu travesseiro embaixo dela, molhei o cacete com saliva – ele já estava lambuzado – e, antes de tentar introduzi-lo, enfiei meu dedo indicador, suavemente, acariciando e amolecendo Ana Maria.

- Agrade sua buceta, vai lhe dar prazer, enquanto eu tento colocar meu cacete neste cuzinho, falei.

Ela começou a se masturbar e eu, coloquei a cabeça do cacete na entrada do buraquinho cor de rosa.

Entrou a cabeça e eu não forcei para por o resto, deixei-a quieta, enquanto chupava o pescoço e enfiava a língua na orelha de Ana Maria.

Ela foi amolecendo de tesão e eu introduzi mais um pouco, outro pouco, ela resmungou que estava doendo, recuei, depois, tornei a forçar e, finalmente, entrou tudo.

- Esta doendo, ela disse.

- Vai passar logo, falei.

E, com cuidado, suavemente, comecei a movimentar meu cacete naquele espaço apertado.

Ela foi amolecendo, o prazer veio e ela disse:

- Que gostoso, não dói mais, estou adorando.

Foi a deixa para continuar, aumentando a intensidade na medida em que o buraquinho ia se alargando.

Coloquei-a de joelhos e meti meu cacete naquele cuzinho como um cachorro come uma cadela.

Ana Maria teve orgasmos seguidos e eu, não agüentando, inundei sua bunda com meu sêmen.

Tudo isto levou cerca de uma hora.

Entramos no banheiro, tomamos banho juntos, nos esfregamos, meu pau cresceu de novo e a comi debaixo do chuveiro, numa rapidinha que foi fantástica.

Nos vestimos, voltamos para a sala.

Foi bem em tempo, porque minha mãe apareceu com bolo e refrigerante como lanche.

Ficamos conversando e combinamos nos encontrar outro dia.

Nos encontramos outras vezes e sempre foi ótimo.

Estou com ela desde então e isto já faz 10 anos.

Escrito por:Mario Gilberto (pseudônimo) em 18/02/2008

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A AMIGUINHA DA MINHA IRMÃ (hétero)
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Com doze anos eu já era sacana, antenado em sexo, amigo da punheta e louco para ter minha primeira experiência. Minha irmã, um ano mais velha, já era bem gostosinha, peitinhos crescendo, bundinha empinada e coxas bem cheiinhas.

Nunca pensei em nada com minha irmã, apenas, sempre que tinha oportunidade, cheirava sua calcinha usada, sentindo um cheiro que me deixava louco de tesão. Não digo que não me masturbava pensando nela, mas mais do que isto nunca.

 

Um fim de semana, Jussara, minha irmã, trouxe para ficar em casa uma colega de escola, Lidiane. Loirinha, alta, com peitos já feitos, uma bunda de enlouquecer e um sorriso lindo.

Ficamos de conversa os três, falando de namorados, beijos e experiências. Minha irmã, que surpresa, contou que seu namorado, Jorginho, já tinha beijado suas tetas e passado a mão em sua bunda, mas que não deixara nem chegar perto do seu buraquinho. Lidiane, acho que para não ficar por baixo, disse que deixara seu ex-namorado encoxá-la, além de chupar seus peitos, que ele, também, tinha posto o pau entre suas coxas, acabando nelas. E, eu, que não tinha nada para contar?

 

Falei que queria, mas não tinha ainda, dado beijo de língua, chupado peitinhos, linguado bucetinhas, e, principalmente, meu grande desejo, posto meu pau dentro de uma bundinha apetitosa. Jussara e Lidiane riram muito e ficou por isto.

 

De madrugada, fazia muito calor, mês de janeiro, desci para tomar água na cozinha. Lidiane estava lá, também, com sede e procurando um refrigerante na geladeira. Vestia um baby doll transparente que deixava ver, pontudinhos seus peitos, uma calcinha mínima, branca e a sombra tentadora dos pelos loiros de sua buceta. Meu cacete endureceu na hora. Ofereci-lhe Coca-Cola e dividimos uma latinha, sentados na mesa da cozinha. Não resisti e falei que estava morrendo de tesão por ela, que era muito gostosa e que ficaria feliz se, ao menos, ela me deixasse beijá-la. Ela riu e falou que faria mais, que me achava um gatinho, e que me ajudaria a ter meu primeiro contato com uma mulher.

 

Abracei-a e comecei a beijá-la. Ela abriu a boca e puxou minha língua para dentro dela. Fiquei excitadíssimo e minha mão foi direto para suas tetas, por sobre o baby doll, enquanto a dela, abaixou a calça do meu pijama, e encontrou meu pinto, que começou a alisar. Com voz rouca Lidiane falou para irmos para o meu quarto, porque alguém poderia aparecer. Nem acreditei, aquela delicia ia para o meu quarto. Subimos as escadas, ela na frente e eu com as mãos na sua bunda.

 

Já no quarto, a loirinha deliciosamente tirou o baby doll e ficou só com a mini-calcinha. Deitou na minha cama, me puxou para cima dela, tirou a calça e depois a camisa do pijama e começou a me beijar, no pescoço, no peito, chupou meus peitos, enquanto sua mão me punhetava. Não agüentei e acabei num jorro de porra. Lidiane lambeu a mão cheia de sêmen, falando que era uma delicia.

 

Minha boca e língua sugavam os peitos dela, enquanto meu cacete crescia de novo. Tentei tirar a calcinha dela, mas ela disse que não, mas que eu poderia lamber suas coxas, e enfiar o cacete entre elas. Foi uma delícia, minha língua correndo por entre aquelas pernas macias. Subi até a calcinha, afastei-a um pouco e chupei o liquido que escorria, por entre os pelos loiros. Ela gemeu de prazer, abriu mais as pernas e falou para eu chupar sua buceta.

 

Nunca tinha sonhado com isto, o máximo que sabia era o que vira em filme pornô. Linguei seu grelo, achei, não sei como, seu clitóris durinho, que chupei como um louco. Sua buceta amoleceu, de repente, e um líquido escorreu, ela tinha tido um orgasmo. Chupei aquele líquido salgadinho e continuei a chupar aquele buraquinho, ainda que a calcinha atrapalhasse um pouco.

 

Lidiane pediu para que eu a beijasse, o que foi ainda melhor que na primeira vez, com nossas línguas se encontrando. Mamei em suas tetas, enquanto minha mão massageava suas coxas e por sobre a calcinha a buceta. Louco de tesão suspirei no ouvido dela, que queria comer o seu cuzinho. Ela concordou, mas pediu para que eu passasse um creme no meu pau para não doer, pois meu cacete já era bem grande e muito grosso. Achei o creme, enquanto ela se deitou de bruços e arriou a calcinha até os pés. Fiquei louco ao ver aquela bunda, nádegas branquinhas e durinhas.

 

Afastei as nádegas, encontrei o buraquinho róseo e comecei a chupá-lo, tentando introduzir minha língua nele. Lidiane gemia e pediu para que enfiasse logo o pau, pois estava tendo um orgasmo. Não foi fácil achar posição e jeito para o meu cacete entrar. Pegue o travesseiro e coloque embaixo de mim, sugeriu ela. Feito, a bundinha ficou empinada e meu pinto lambuzado de creme, forçou a entrada do buraquinho. Entrou a cabeça, mas não conseguia penetrar mais. Lidiane ergueu um pouco a bundinha, afastou mais as pernas e o cacete entrou todo. "Dói, amor", disse ela, doía também meu pinto, ralando na passagem estreita. Tirei, passei mais creme e ai ficou mais fácil, entrou mais suavemente. Lidiane pediu para enfiar até o fim, que estava uma delícia. Fiquei com o cacete inteirinho dentro daquele cuzinho, encostando as bolas nas nádegas, enquanto ela tinha um, dois orgasmos. Não agüentei e acabei dentro do buraquinho.

 

Suspirando pedi, supliquei para que me deixasse comer sua bucetinha. Lidiane disse não, mas não era para valer, pois arregaçou as pernas, quando meu cacete acariciava a parte de dentro de suas coxas. Meu pinto já duro outra vez encontrou a entrada do buraquinho sem dificuldade. Ela estava molhada, melada mesmo e meu cacete entrou sem dificuldade. "Vai devagar bem", pediu ela, "você vai me descabaçar e isto dói".

Meu pau entrou um pouco mais, mas era apertado e doía ao raspar nas paredes. Tirei e pus mais uma, duas vezes, sem entrar muito.

 

Lidiane passou suas pernas por sobre meus ombros e a penetrei de uma só vez, sentindo algo se romper, uma quentura e a mordida em meu peito. Foi fantástico, pois comecei a me mexer e ela também e o buraco se alargou e o prazer foi indescritível. Entrei e sai, enquanto ela suspirava e gemia de tesão.

Sem mais forças e quase sem sêmen, acabei sobre sua barriga.

 

Nos abraçamos e ela disse que não esperava que com alguém tão inexperiente e mais novo fosse perder a virgindade. Ficamos agarradinhos, nos amassando, beijado e apalpando por um bom tempo. Tomamos banho juntos e mais uma vez consegui meter naquele buraco delicioso. Ficamos dentro da banheira, ela em cima de mim, meu cacete dentro dele e ela me beijando. Horas tinham se passado. Ela me beijou, já vestida e voltou para dormir no quarto de minha irmã.

 

Lidiane voltou a dormir em casa mais algumas vezes, mas só em uma delas deu certo e ela aceitou ser comida por mim. Jussara, minha irmã, um dia me falou que tinha ficado sabendo da aventura e que se sentia feliz por saber que o irmão era bom de cama. Pedi para que ela trouxesse outras amigas, que o tratamento seria o mesmo. Isto aconteceu, mas não merece ser contado, aqui e agora.

 

Escrito por: Mario Gilberto (pseudônimo), em 04/07/2007

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MINHA CUNHADA É UMA PUTA (hétero)

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Tenho 23 anos e minha namorada 19. Namoramos há seis anos, mas sempre tive tesão pela minha cunhada. Ela é dois anos mais velha que minha namorada mas o que vou contar aconteceu exatamente quando tínhamos apenas 06 meses de namoro.

Minha cunhada é morena, ao contrário de minha namorada que é loira, e quando vai à praia fica bem moreninha. Nesta época de férias nós estávamos indo à praia todos os dias, o que já me deixava louco de desejos uma vez que ela usava um biquíni bem cavadinho e quando ajeitava dava para ver a marquinha da sua bundinha bem branquinha o que me fez tocar várias punhetas. Ela ia sempre acompanhada do seu namorado ao qual conhecia mas não tinha muita empatia.

No meio das féria fomos para Búzios, na casa de meus sogros, para passar o feriado de 20 de Janeiro e foi aí que tudo aconteceu. Por ser muito nova minha namorada não se abria muito comigo ficando sempre numa gostosa sacanagem, mas o máximo que eu conseguia era ficar com o saco parecendo que ia explodir de dor. Por sua vez minha cunhadinha já era mais esperta. Eu já tinha visto algumas vezes ela na maior sacanagem com o namorado, mas fingia que não tinha percebido.

No sábado passamos o dia inteiro na praia e quando retornamos meus sogros ainda não haviam chegado da cidade,eles tinham ido fazer compras. Minha namorada foi tomar banho e enquanto esperava vi a minha cunhada e seu namorado irem para o quarto dela. Dei a volta por fora da casa e pelo canto da janela vi a minha cunhada pagando o maior boquete no seu namorado sem a parte de cima do biquíni. Seus peitos eram maravilhosos, queimadinhos de sol, e a sua vontade de chupar uma piroca era impressionante. O seu namorado gozou logo, o que a irritou profundamente, pois a ouvi reclamando que também queria gozar. Neste momento ela ficou de quatro na cama e pediu para ele penetrá-la. Só de ver aquela marquinha de biquíni eu fiquei doido para estar no lugar dele. Neste momento minha namorada saiu do banheiro e acho que eles escutaram pois vestiram-se rapidamente.

Já no jantar não pude deixar de perceber a cara de insatisfação da minha cunhada com seu namorado uma vez que ele estava voltando naquela noite para o Rio, onde iria fazer vestibular no dia seguinte. Após o jantar meu sogro perguntou se eu poderia levar o namorado da minha cunhada na rodoviária, ele estava cansado, e eu me prontifiquei imediatamente pois minha cunhada iria junto e a minha namorada estava com dor de cabeça e ficaria em casa. Ao deixarmos ele na rodoviária perguntei a ela se queria tomar um sorvete no centro e ela fez que sim. No caminho pegamos um engarrafamento enorme e durante este período ficamos conversando sobre a sua irmã. Perguntei para ela se poderia conversar com ela, já que era mais velha, pois eu tinha 18 anos e não estava conseguindo avançar no namoro, se é que ela estava entendendo e ela fez que sim com a cabeça e emendou dizendo que eu era um homem muito bonito e seguramente iria arrumar outra garota para satisfazer minhas necessidades.

Mal sabia que era com ela que eu queria me satisfazer. Perguntei se já tinha percebido e ela olhou para o meu pau, que estava duro, e disse que sim. Sem pensar, neste mesmo instante botei minha piroca para fora do short e ela tomou um susto. Falei para ela ficar calma que eu sem querer tinha visto o que havia acontecido de tarde no seu quarto e sabia que ela estava cheia de tesão. Ela ficou vermelha e eu peguei sua mãozinha e botei no meu pau. Ela ficou me olhando e depois de um tempo começou a bater uma punheta carinhosamente e falou que realmente estava com muito tesão, pois seu namorado era um babaca e só pensava nele, e que nos últimos dias tinha percebido meus olhares em sua direção, mais precisamente na sua bucetinha.

Falou que desde o início do namoro com sua irmã que ela também tinha tocado algumas siriricas pra mim, mas nunca imaginou que um dia isso iria acontecer. Falei pra ela que eu sempre tive muito tesão nela e que meu sonho era botar naquele cuzinho que sabia que seu namorado não deveria ter comido por achar que não se deve fazer isto com sua namorada, mas como ela não era minha namorada e sim minha cunhada não teria nenhum problema em realizar minha fantasia.

Neste mesmo instante ela abaixou a cabeça e começou a fazer uma boquete maravilhoso, uma boquinha de veludo. Como estávamos ainda no engarrafamento (o vidro do carro era fume), disse para fazer com calma que eu queria jorrar meu leite quentinho na sua boca e queria que ela bebesse tudinho e deixasse meu pau sequinho. Ela obedeceu e deu uma senhora mamada, e que mamada. Quando saímos do engarrafamento fui a uma praia deserta e pedi para ela tirar a roupa para eu poder admirar seu corpo bronzeadíssimo. Ela se despiu, abriu suas perninhas e me me falou:

- Agora é sua vez. Quero gozar dentro da sua boca e se você fizer direitinho eu vou lhe dar um presente.

Naquele instante já estava imaginado que tipo de presente seria e caí de boca naquela bucetinha deliciosa, cheirosa e toda depiladinha, bigodinho de Hitler, e a fiz gozar várias vezes, tantas foram que ela ficou toda mole. Quando se recuperou ficou de quatro e falou para eu fazer com ela o que eu quisesse e, como eu fiquei por alguns segundos sem reação, ela pediu para eu botar no buraquinho da felicidade. Fiquei doido e coloquei com um carinho imenso pois não poderia desperdiçar aquela que poderia ser minha primeira e última vez de comer seu cuzinho.

Que puta era a minha cunhada e como adorava dar seu cuzinho. Pedia para eu enfiar mais e rebolava num ritmo alucinante. Me concentrei muito para não gozar logo e fiquei arregaçando aquele cuzinho por mais ou menos 45 minutos. Quando falei que iria gozar a putinha também gozou num acesso de tesão que eu nunca tinha visto. Ela me disse que tinha dado o cu pela primeira vez com 14 anos e nunca mais encontrou um namorado que tivesse o tesão de comer seu cu e a vontade foi virando uma obsessão uma vez que ela disse sentir muito tesão no seu rabinho.

No final, completamente exaustos ela me falou que quando eu quisesse comer um cu era só pedir para ela e que não iria poder me ajudar com a sua irmã, pelo contrário iria falar para ela nunca fazer sexo anal que além de doer era nojento. Com isso eu seria obrigado a procurá-la de novo e que estaria me esperando de braços, ou melhor, rabo aberto para me satisfazer. É ou não é uma puta?

Escrito por: Fudêncio (pseudônimo), em 07/07/2007

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A INOCÊNCIA PERDIDA (hétero)
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Este relato de fatos muito antigos conta um episódio do início da minha vida sexual.

 

Anos 50, treze anos, mais menino do que adolescente. Meninas só de longe.

O cacete já endurecia quando via uma foto de mulher de maiô. As punhetas aconteciam no banheiro quando – e era muito raro – me emprestavam tiras com desenhos de sacanagem.

 

Minha irmã, Lúcia, um ano mais nova tinha muitas amiguinhas e com elas brincava sempre em casa. Nunca tinha prestado a menor atenção nelas, eram criancinhas.

 

Um dia entrei na sala e Magali, uma das coleguinhas estava com a saia levantada mostrando as pernas para Lúcia. Ao me ver as duas ficaram paralisadas, enquanto que eu, pela primeira vez, vi as coxas de uma menina e sua calcinha branca.

 

Passado o susto, a saia foi abaixada, as duas riram, Magali olhou para mim e disse para eu esquecer o que tinha visto. Ri, também, mas falei que não iria esquecer pois ela era muito bonita e suas pernas lindas. Ela riu e ficou por ai.

 

Fiquei tarado pela menina e minhas mãos passaram a celebrar, com loucura, aquelas pernas, imaginando o que estaria coberto pela calcinha branca. Magali vivia em casa, estudava na mesma classe de Lúcia.

 

Uma tarde, voltando do futebol, encontrei Magali na sala de casa, tinha marcado com minha irmã para estudar mas chegara muito cedo e ela não estava. Fiquei conversando com ela, admirando seu corpo, descobrindo que já tinha peitinhos e me imaginando sem roupa com ela. Ousado, nem sei como, falei que não tinha me esquecido do dia em que vira suas pernas. Ela riu, linda, dizendo que eu devia ter esquecido.

Falei que só pensava nela e me lembrava todos os dias da cena. Ela ficou rubra e eu pedi para ela ser minha namorada. Sem perder o vermelho, disse que aceitava. Sentei do seu lado e abracei-a.

 

Magali me deu um beijinho no rosto e eu retribui. Não sei o que me deu e eu pedi para que ela me mostrasse, outra vez, suas pernas. Ela se levantou, não hesitou, ergueu a saia até a cintura e desnudou suas pernas. Em pé, na minha frente aquelas coxas lindas, a calcinha branca, transparente e a sombra de sua bucetinha, me deixaram excitadíssimo.

 

- Posso agradar suas pernas? - pedi e já fui pondo uma mão entre suas pernas. Ela não disse nada, apenas continuou segurando a saia e eu alisei suas coxas, com meu pau ficando duro como pedra.

 

- Estou arrepiada, disse, abaixou a saia e sentou-se.

 

Lúcia chegou e Magali, na lata, disse que era minha namorada. Magali e eu passamos a sair da escola de mãos dadas e trocávamos beijinhos na despedida, na porta da casa dela. Os dias passaram, até que aconteceu.

 

Voltando da escola, chegando na porta da casa de Magali, com sede pedi para que me desse um copo de água. Ela me disse para entrar, pegou uma chave em sua bolsa, abriu a porta e entramos. Não havia ninguém em casa, a mãe dela trabalhava na Secretaria da Fazenda. Fomos até a cozinha e ela foi até o pote, encheu um copo e me deu. Bebi tudo e para agradecê-la, fui beijá-la no rosto, mas ela se virou e me ofereceu seus lábios.

 

Beijei-a, a princípio com a inocência do primeiro amor, mas depois, os instintos falaram e o beijo foi de paixão. Magali correspondeu e amassamos nossos lábios um contra o outro. Minha mão desceu até a sua blusa e encontrou, por baixo dela, livres seus peitinhos. Apertou-os, enquanto o beijo continuava. Magali ficou excitada na hora e o beijo ficou ardente, os instintos começaram a falar alto. Minha língua encontrou a dela e começaram a se agradar. Meu pau duro encostou nela.

 

Sem fôlego paramos e de mãos dadas fomos até a sala de visitas. Juramos amor, nos beijamos outra vez. Já tínhamos aprendido, o beijo foi uma delícia. Beijei seu pescoço e enfiei minha mão por baixo da blusa escolar solta até encontrar uma tetinha. Apertei-a, amassei-a, enquanto meu sexo duro explodia. Magali suspirava.

 

Pedi, aos beijos e sussurrando no seu ouvido, se podia beijar seus peitinhos, enquanto já erguia a blusa.

Ela estava amolecida e não resistiu, e minha boca empolgou uma tetinha, não era maior do que uma ameixa, mas como era durinha. Beijei uma e depois a outra e comecei a chupar. Magali ficou toda arrepiada.

Virei-a de costas para mim, continuei a amassar os peitinhos e comecei a encoxá-la, e ela encostava a cabeça em mim e apertava seu corpo contra o meu.

 

Ousado pela excitação apalpei a bunda dela e enfiei minha mão entre as suas pernas. Ela não deixou de jeito nenhum. Desisti na hora, mas continuei a encoxá-la e a amassar suas tetas. Virei-a de frente e a beijei outra vez, desabotoei sua blusa e já sentados no sofá, mamei nos peitinhos, enquanto minha mão corria pelas coxas dela. Tentei mas não consegui me aproximar da bucetinha, mas consegui, novamente, agradar a bundinha dura.

 

Ouvimos um barulho e nos recompusemos. Era no vizinho, mas foi o suficiente para acabar com o encanto.

Magali me mandou embora.

 

Namorei com ela durante quase um ano, nunca mais tive outra oportunidade como esta. Ela me deixava, no máximo, quando estávamos sozinhos, a agradar e às vezes chupar seus peitinhos, cada vez maiores e mais deliciosos e, também a encoxá-la. Magali tinha perdido a inocência, mas como as meninas da época guardava sua virgindade para o casamento.

Escrito por: Mario Gilberto (pseudônimo), em 09/07/2007

 

Observação – Experiência vivida por mim, apenas modernizada nos termos.

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PAU PRA TODA OBRA (hétero)
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São tantas as histórias para contar, que se eu fosse escrever todas tomaria toda a paginas desta home. Mas, por favor, não me rotulem de prostituta, pois sou casada, vivo até feliz com meu marido; apenas atendo aos ardentes apelos que meu corpo faz nos momentos em que Alfredo - meu marido - se abstém de satisfazê-los e não há alternativa a não ser entregar-me ao homem mais próximo.

Como aconteceu naquela ensolarada manhã, no escritório da firma de construção do meu marido, onde trabalho como secretária, aqui em Salvador.

Naquele dia, não sei por que acordei toda molhadinha, excitadíssima. Bem que eu queria dar aquela trepadinha matinal, antes de sairmos para o trabalho; mas, quando pensei em tentá-lo, Alfredo manifestou-se contrário, escudando-se na mesma indisposição e mal estar com que sempre fugia aos meus assédios. Pior: seu pênis, naquela manhã, parecia uma imperturbável pichuleta. Tudo bem... Fui até o banheiro e, na falta do pênis desejado, me masturbei pra valer.

Quando saímos de casa, no carro, comecei a sentir que a masturbação não tinha apagado o fogo do desejo que continuava a excitar-me tremendamente. Os olhares que os vários homens me dirigiam na rua aumentavam ainda mais a umidade que eu sentia entre as pernas.

Ao chegarmos, como de hábito, Alfredo saiu para inspecionar as obras da firma, deixando-me só no escritório.

Por absoluta falta do que fazer - e por achar que a melhor coisa que se tem a fazer quando se está excitada é excitar-se mais ainda -, comecei a ler um conto erótico, do que sou fã incondicional.

Eu já estava completamente alucinada com o picante relato que s e referia “um pênis de tamanho descomunal ejaculando dentro da minha boca”; estava com dois dedos introduzidos na vagina, simulando um pênis, e gozava desvairadamente com aquele contato, mas, confesso, dava para substituí-los por um pênis ajumentado daquele que a leitura descrevia.

De repente, a campainha tocou trazendo-me de volta ao escritório. Excitadíssima, imaginei que fosse atender a alguém disposto a oferecer-me o que Alfredo recusara. Era o porteiro. Um mulato alto e forte, simpaticíssimo, que me entregou a correspondência do dia com um sorriso largo, configurado pelo meu estado como insinuante e provocante.

Mandei-o entrar - eu deveria assinar o protocolo de entrega - enquanto atendia a um suposto telefonema. Tomada por algum demônio, eu não via a hora de me atirar em seus braços e morder e lamber os pêlos, que os botões superiores abertos da camisa me permitiam admirar. Quase sem voz, mandei-o sentar, enquanto fui até a cozinha apanhar um copo dágua gelada, que ele aceitou timidamente. Quando voltei trazendo a água, ele abanava o rosto distraidamente com o resto da correspondência. Ao passar pela minha mesa, propositadamente, esbarrei numas pastas, derrubando-as, a fim de mostrar-lhe minhas pernas quando abaixasse para apanhá-las. Funcionou exatamente como eu queria. Ele entendeu que estava diante de uma fêmea excitada e carente e aproximou-se para ajudar-me, mas com os olhos vidrados nas minhas coxas. Quando lhe entreguei o copo, alisou minha mão, num gesto fugaz e tímido, quase medroso.

Enquanto ele saciava sua sede, sentei sobre a mesa com as pernas exageradamente abertas para incitá-lo a uma investida mais ousada. E funcionou, conforme pude verificar no volume que lhe saltou dentro da calça, expondo-me a virilidade avantajada que me aguardava.

Provocante, lambi os lábios e cruzei as pernas até sentir que a calcinha, que devia estar manchada de tanta secreção que me escorria da vagina, ficara à mostra.

Depois dessa clara manifestação de tesão, meu porteiro não resistiu e avançou sobre mim como um louco. Enfiou a mão entre minhas pernas e esfregou um dedo sobre o molhado tecido da calcinha, procurando localizar minha vagina. Ao sentir o quanto estava molhada, livrou-me da calcinha, rasgando-a bruscamente, a ponto de arrancar-me uns pêlos junto com ela, e começou a despir-se apressadamente, enquanto eu fazia o mesmo.

Desesperada de excitação, abri as pernas e arriei a cabeça para trás, dizendo-lhe que queria ser arrebentada pelo pênis que eu já tinha na mão e tentava conduzir à minha gruta. Ele, calado, mas ativo, esquivou-se da minha intenção, ajoelhou-se à minha frente a alternou lambidas em minhas coxas, subindo em direção à vagina.

Aos primeiros movimentos circulares ao redor do meu clitóris, respondi aos berros, com um vibrante e intenso gozo. Completamente louca, eu delirava sobre a mesa, mas me senti obrigada a tomar parte ativa naquela relação que eu própria provocara.

Reuni forças para afastá-lo, deitei no tapete, e ele veio por cima. Não para me penetrar, mas para lamber e oferecer seu grosso lambaio aos meus lábios ressequidos pelo desejo. Seus insistentes movimentos no meu clitóris conduziam-se a sensações nunca experimentadas - apesar da experiência dos vários homens com quem já transei -, me desmanchando em orgasmos sucessivos, eu tentava contemplá-lo também com um, estimulado oralmente, mas, semidesfalecida, eu não conseguia chupá-lo com o ímpeto desejado, que só se manifestou quando ele enfiou o dedo no meu ânus. Aí, sim, comecei a chupá-lo, mordê-lo e lambê-lo com voracidade jamais sentida. Meu botão contraía-se a cada penetração do polegar, como se quisesse acomodar o volume que eu tinha na boca, mas que me recusava a abandonar enquanto não o fizesse gozar e engolir todo o seu néctar. Como ele demorava muito a fazê-lo, comecei a fazer o movimento masturbatório com a boca. Assim, meu porteiro despejou seu leite quente na minha boca, aumentando ainda mais o desejo de ser penetrada no ânus, que continuava piscando. Não hesitei em pedir-lhe para fazê-lo. Carinhosamente, ele me reconduziu até a mesa do meu marido, inclinou meu corpo, fazendo-me apoiar os seios sobre ela; com os dedos molhados de saliva, lubrificou as bordas do meu buraquinho e tomou posição. Segurando com firmeza nas laterais da mesa, recebi as primeiras estocadas do seu monstruoso pênis, rejeitado pela resistência do meu apertado ânus, que, depois de uma estocada firme e definitiva, cedeu docilmente. Eu gemia e chorava de prazer e dor ao mesmo tempo, enquanto suportava tudo aquilo dentro de mim e me excitava ainda mais com os freqüentes esbarrões que seus testículos davam, como se quisessem aninhar-se na minha vagina. Controlando nossos movimentos, atingimos um orgasmo simultâneo.

Insatisfeita - afinal minha vagina desconhecia a dimensão de seu membro - me virei de frente, disposta a satisfazer a indomável fera que se incorporara e fazer baixar aquela estrovenga que continuava como ferro puro.

Ainda sobre a mesa, abri as pernas amplamente e, numa única e lenta investia, meu porteiro, que era realmente acavalado, abrigou inteiramente seu pênis em minhas estranhas. Enquanto movimentávamos nossos corpos freneticamente, ele gemia alto; me apertava os seios com uma das mãos, e com um dedo da outra penetrava meu ânus. Fez isso incontáveis vezes, até que, num último gemido, alcançou o gozo que parecia não acabar mais, tal a quantidade de esperma que despejou dentro de mim.

Depois daquele orgasmo arrebatador, meu porteiro foi embora, dizendo-se disposto a atender a qualquer chamando meu, e a qualquer hora.

Hoje é meu único amante, e recorro aos seus insubstituíveis serviços sempre que meu marido vai inspecionar as obras, o que ocorre quase diariamente.

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